MARINHO + SALLIM

Salão Brazil [Coimbra]
sábado, 8 de Fevereiro de 2020
21:30


Após um incomum interregno, a Lugar Comum está de regresso à sua programação regular. No dia 8 de Fevereiro, receberemos no Salão Brazil duas das mais promissoras autoras nacionais: de regresso a Coimbra, desta vez em formato duo, Marinho apresentará o seu primeiro longa duração ‘~’ [Til], ao passo que a também lisboeta Sallim trará, em formato banda, um registo igualmente lançado em 2019, o seu muito elogiado ‘A Ver O Que Acontece’.
Depois de um concerto repleto em Julho, na companhia de Joana Espadinha, a Lugar Comum prossegue em português, não faltando bons motivos para voltar ao Salão Brazil e repetir um filme sempre pop.




Quando passou por Coimbra, no âmbito do Festival InComum, Marinho trouxe consigo algumas das faixas que integrariam o seu primeiro álbum, simplesmente intitulado ‘~’ [Til], e logo ali, nas três actuações que protagonizou, a reacção do público deixou pistas seguras de que não passariam indiferentes aos demais.
Desde Julho que ‘Ghost Notes’, ‘Window Pain’ ou ‘Freckles’ cresceram na rádio e no palco, ao passo que a sua autora vem conquistando um consensual apreço por parte da crítica. Seja pela descomplicada depuração da escrita ou pela elegância da produção, motivos vários subsistem para que ‘~’ se afirme cada vez mais como um sólido primeiro passo no percurso de Marinho.
O apego à indie folk norte-americana, que nos transporta para paragens distantes, surge pleno de autenticidade, na certeza de que cada composição comporta um sincero e forte afecto por autoras como Joni Mitchell ou Martha Wainwright..

"Marinho revela-se como uma lufada de ar fresco no panorama do folk-rock em Portugal." - Espalha Factos




Mais que uma editora, a lisboeta Cafetra Records é uma matiné juvenil, por vezes confessional, e logo depois eléctrica, na confluência do sarcasmo do Éme com as guitarras das Pega Monstro. Em 2016, por entre as suas fileiras, emergiu o álbum ‘Isula’, de Francisca Salema, que se deu a conhecer como Sallim.
É certo que nem todos deram por ela, mas aqueles que com as suas composições se cruzaram não lhe pouparam elogios, dando conta da sua escrita cuidada e do conforto da sua voz. À inevitável economia de meios, sobrevivia então uma promissora bedroom pop cantada em português.
Cerca de três anos volvidos, Sallim editou o seu segundo álbum. Apropriadamente intitulado ‘A Ver O Que Acontece’, aportou à sua autora uma maior exigência e envolvimento, contando com o precioso auxílio de Lourenço Crespo (Iguanas) e de Leonardo Bindilatti (produtor de ‘Isula’). O resultado é o apuramento melódico, a profusão de teclados e o advento de uma Primavera pop.

"Devolve-nos a sensibilidade como muito poucos escritores ou escritoras de canções o conseguem fazer. O cinismo vencido por uma bedroom pop sem igual no horizonte." - Bodyspace

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:: Bilhetes
8€ (geral)


Uma curadoria da Lugar Comum, com produção do Salão Brazil.

Evento de Facebook: [ link ]

produção: Salão Brazil
curadoria: Lugar Comum
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

FESTIVAL (in)COMUM :: 2019

Baixa de Coimbra
sexta, 26 e sábado, 27 de Julho de 2019
11:00 > 24:00

FESTIVAL (in)COMUM
A música independente volta a invadir a Baixa de Coimbra.

Depois de duas edições intensas e memoráveis em 2017 e 2018, o Festival (in)Comum regressa à Baixa de Coimbra! A Lugar Comum – Associação de Promoção e Divulgação Cultural, em colaboração com a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, convida a explorar alguns dos espaços de comércio tradicional e de projectos emergentes da cidade, num percurso sob o signo da música independente.

Integrada no programa Noites Temáticas na Baixa de Coimbra 2019, a terceira edição do Festival (in)Comum estender-se-á por dois dias, tendo entrada gratuita para todas as actividades e englobando doze showcases acústicos, projecções de documentários, uma exposição de fotografia, uma actividade de serviço educativo e um concerto.
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SEXTA-FEIRA, 26 JULHO

~ CONCERTO ~
Joana Espadinha :: 22:00
Salão Brazil (Largo do Poço, 3, 1º andar)


~ SHOWCASES ~

April Marmara :: 16:30
Lucky Lux (R. do Sargento Mor, 11)

Éme :: 17:00
Trouxa-Mocha (R. Quebra Costas, 18)

Marinho :: 17:30
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)

Éme :: 18:00
Carmina de Matos (Pç. 8 de Maio, 2)

Marinho :: 18:30
Gang of Four (R. Visconde da Luz, 72, 1º andar)

April Marmara :: 19:00
Atelier 13 (R. do Corvo, 42)

Santi Araújo :: 19:30
Hotel Oslo (Av. Fernão de Magalhães, 25)

~ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS ~

16:00 > 19:30
"Arquivos Kino-Pop" de Edgar Pera
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)


~ EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA ~

16:00 > 19:30
"Dois anos (in)Comuns" de Eduardo Gonçalves
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)


SÁBADO, 28 JULHO

~ SHOWCASES ~
Santi Araújo :: 11:00
Cerâmica Antiga de Coimbra (Quintal do Prior, 2 a 4, Terreiro da Erva)

Marinho :: 11:30
Brancal Lãs (R. Visconde da Luz, 69)

Santi Araújo :: 12:00
CoolaBoola Colab (Pç. do Comércio, 50)

April Marmara :: 12:30
Trouxa Bicla (Pç. do Comércio, 9)

Éme :: 16:30
COMUR - Conserveira de Portugal (Lg. da Portagem, 25)


~ SERVIÇO EDUCATIVO ~
11:00 > 13:00

"Rádio Baixinha - Oficina de rádio para crianças"
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)


~ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS ~

11:00 > 13:30
"Arquivos Kino-Pop" de Edgar Pera
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)


~ EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA ~

11:00 > 13:30
"Dois anos (in)Comuns" de Eduardo Gonçalves
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)
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:: Entrada gratuita (limitada à lotação dos espaços).

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção:
Lugar Comum + Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra

apoios:
Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra / Antena 3 / Canal 180 / Culturarte

colaboração:
Rádio Baixa / Salão Brazil / Coolectiva / Jazz Ao Centro Clube / A Escola da Noite

FILIPE SAMBADO & OS ACOMPANHANTES DE LUXO

Salão Brazil [Coimbra]
sábado, 1 de Junho de 2019
22:00


"Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo" é um compêndio de sons organizados na forma de hinos à possibilidade de NÓS sermos outra coisa.
De sermos coisas para as quais ainda não temos nomes.



Quando Filipe Sambado canta “só quero correr até já não fazer sentido”, em "Alargar O Passo", dá vontade de ir com ele para esse lugar onde tudo pode ser o que quisermos. É esta maturação pessoal e artística que o Filipe nos mostra com este disco. Um disco onde sentimos o processo: de aceitação e de não resignação. É inquieto mas optimista. Dá e tira e não existem respostas, tudo é sugestão, tudo condiciona, porque “o sul PODE ser o norte de alguém...”.



Quando Filipe Sambado nos estende o single de apresentação e “pede”, ironicamente, autorização ao senso comum instituído - “deixem-me lá” - lança simultaneamente o desafio. Deixem-se lá ser curiosas. Atrevidos por vos acharem bonitos. E mostra como se faz, sem pensar muito no assunto.



Filipe Sambado sabe que isto não é só música. E por isso mete corpo na cultura popular: lembra-nos o efeito que causava António Variações ao descer a Rua Garrett poucos anos antes de Filipe nascer. As unhas pintadas do Filipe hoje parecem ser os brincos do António ontem. Se os brincos romperam a norma de como se tinha de Ser, as unhas do Filipe parecem destruir os sentidos atribuídos ao Ser e isto transforma o Filipe em discurso.

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“Filipe Sambado - agora mais seguro, mais intenso, mais politizado -, canta a liberdade de poder escolher, de poder ser, em música cheia de calibre melódico, nunca domesticada, nunca indiferente.” - Ípsilion

“(...)algures entre a tradição transgressora de um José Afonso e as mais recentes tendências da pop alternativa.” - Diário de Notícias

“Devia-se fazer já audição obrigatória nas escolas, para que nunca mais se oiçam barbaridades sobre a qualidade da música nacional." - Altamont

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:: Bilhetes
8€ (geral)


Uma curadoria da Lugar Comum, com produção do Salão Brazil.

Evento de Facebook: [ link ]

produção: Salão Brazil
curadoria: Lugar Comum
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

ANNA ST. LOUIS

TAGV - Teatro Académico de Gil Vicente [Coimbra]
sábado, 4 de Maio de 2019
21:30

Foi por entre as colinas verdejantes de Mount Washington, Los Angeles, que Anna St. Louis registou as onze faixas que compõem o seu primeiro álbum. Intitulado "If Only There Was A River", contou com a produção e arranjos de Kevin Morby, igualmente responsável pela sua edição, no passado mês de Outubro, através da label Woodsist.



Embora tratando-se de um lançamento recente, publicações como a Pitchfork ou a Uncut têm seguido com relativa antecipação o percurso da cantora, ora destacando a autenticidade e confiança das suas vocalizações, num registo que convoca as suas origens em Kansas City, ora sublinhando a qualidade da sua escrita, plena de sinceridade e evocativa dos grandes espaços pelos quais se estende o midwest. Nomes como Loretta Lynn, Karen Dalton, Joni Mitchell ou Hope Sandoval virão certamente à memória, aquando de uma primeira audição das composições de Anna St. Louis. No entanto, não se trata de uma mera emulação, ou sequer tributo. Ainda no início do seu percurso, a cada atuação, St. Louis vai demarcando e afirmando o seu espaço no sobrelotado território indie norte-americano.



Integrada na sua primeira tour europeia, Anna St. Louis traz ao palco do Teatro Académico de Gil Vicente as composições de "If Only There Was A River", interpretadas a solo, num registo de proximidade e compromisso com o público que, certamente, demonstrará estarmos perante uma das mais entusiasmantes propostas da indie folk contemporânea.

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"Uma das mais promissoras singer-songwriters deste ano." - Pitchfork

"Um fantástico primeiro trabalho, através do qual Anna St. Louis se estabelece como um elemento central da folk contemporânea." - PopMatters

"Há algo de refrescante em nos apoiarmos nas nossas valências, ao invés de tentarmos criar ou inventar algo que nos ultrapassa. No caso de St. Louis, essa resistência é a sua maior qualidade." - Uncut

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:: Bilhetes
8€ (≤ 25 anos, ≥ 65 anos, Comunidade UC, Grupo ≥ 10 pessoas, desempregado, parcerias)
10€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.


Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o TAGV.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: TAGV
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

DAVID ALLRED

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado 26 de Janeiro de 2019
22:00


Nils Frahm, Ólafur Arnalds, Peter Broderick ou Douglas Dare são alguns dos nomes que, ao longo dos últimos anos, definiram o perfil da editora Erased Tapes. Tendo o piano como âncora, num constante diálogo com os diversos segmentos da electrónica, o trabalho destes e de outros compositores pertencentes aos quadros da label britânica confunde-se com a identidade desta, conferindo-lhe a consistência e coerência artística que raros projectos alcançaram.
À semelhança do que aconteceu no passado, alguns destes músicos não só gravam pela Erased Tapes como, através de uma multiplicidade de colaborações, têm-se revelado instrumentais ao aparecimento e acolhimento nas suas fileiras de novos compositores. Tal foi o caso do californiano David Allred, engenheiro de som e músico de sessão, que tendo trabalhado, entre outros, com Chantal Acda e Heather Woods Broderick, acabou por ser desafiado por Peter Broderick a acompanhá-lo em algumas datas europeias e, posteriormente, a participar da colectânea “1+1=X”, aquando da celebração do décimo aniversário da Erased Tapes.



O passo seguinte, contando sempre com a curadoria de Broderick, acabaria por resultar na gravação de um primeiro disco, editado em Novembro de 2018 pela label britânica. Intitulado “The Transition”, tem como pano de fundo as experiências vividas pelo norte-americano quando trabalhava num lar de idosos, confrontado com a efemeridade da vida e o desconhecimento do que se encontra para além dela. Tendo por base o piano e o baixo, seus instrumentos de eleição, ao longo de 10 faixas, o californiano constrói aos 26 anos um álbum de rara maturidade. Referências ao imaginário de David Lynch ou a narrativas recolhidas aquando da sua anterior ocupação, povoam as composições de Allred, conferindo-lhes um elemento de storytelling que não se encontra em alguns dos seus pares.



A relação entre a Lugar Comum e a Erased Tapes remonta a uma primeira passagem de Peter Broderick por Coimbra, corria o ano de 2009, fazendo-se acompanhar então por um ainda relativamente desconhecido berlinense que testava as primeiras composições ao piano. Nils Frahm havia de regressar um ano volvido, na companhia de Heather Woods Broderick. Posteriormente, em 2014 e 2016, foi a vez de Peter e Heather, uma vez mais passarem por Coimbra para apresentarem novos lançamentos. Recentemente, em 2017, coube a Douglas Dare acrescentar mais um capítulo memorável a esta longa relação.
É, pois, com indisfarçável prazer que a Lugar Comum dá início à sua programação para o ano de 2019, trazendo até ao palco do Centro de Artes Visuais, na noite de 26 de Janeiro, o norte-americano David Allred, o qual apresentará ao público o muito antecipado “The Transition”.



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«This is music of transcendent beauty»
- The Times

«Mournful piano, Allred's delicate baritone stretched and often glazed with subtle FX, like an ecclesiastical reading of John Grant's brooding pop»
- MOJO

«Weltschmerz (world weariness) has seldom been as movingly beautiful as on this debut»
– Rolling Stone (Alemanha)


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:: Bilhetes
7€ (associados Lugar Comum)
8€ (geral)

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

OLDEN YOLK

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado 27 de Outubro de 2018
22:00


Partindo de um núcleo formado pelos virtuosos Shane Butler e Caity Shaffer, o projecto Olden Yolk vem integrando nas suas fileiras diversos outros músicos cujo percurso tem sido trilhado no domínio do folk/rock. Não obstante gozar já de um assinalável estatuto na cena indie norte-americana, resultante do trajecto da sua anterior banda, os Quilt, é nos Olden Yolk que Butler parece ter encontrado a plataforma que lhe permite explorar um espectro sonoro mais vasto.



Não rejeitando a pureza pastoral da brit-folk de Nick Drake, ou o legado da Greenwich Village de Karen Dalton e dos Velvet Underground, o perímetro sonoro dos Olden Yolk permite integrar de igual modo elementos vindos do krautrock dos Can e dos Neu!, bem como o art-rock de Dan Bejar e, por vezes, o pendor psicadélico que hoje encontramos em tantos dos seus pares. No entanto, o que à partida poderia resultar numa encruzilhada, acaba por ganhar expressão como uma realização consistente e coesa.



Produzido por Jarvis Taveniere (Woods), “Olden Yolk” segue-se ao lançamento de um primeiro split single com a californiana Weyes Blood, aportando uma forte componente lírica, sublinhada por toda a imprensa que acolheu entusiasticamente o projecto, não tivesse a relação artística entre Butler e Shaffer se iniciado com a troca de poemas da sua autoria através do serviço postal. Caso para se dizer que «no início era o verbo».



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«The wonderfully evocative lyrics are offset by the razor-sharp songwriting. The result is a dizzying album that refashions folk-rock music for the modern ear.»
- Pop Matters [8/10]

«The best representation of the band’s strenghts: subtly hooky melodies, abstract yet reliable lyrics, and an appealing dreaminess that will have you surprising yourself.»
- Paste Magazine [7.7/10]

«Olden Yolk's nifty indie-pop is informed by the chords and cadences of psychedelic folk, in a similar vein to Vetiver and Cate Le Bon.»
– Uncut Magazine [7/10]


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:: Bilhetes
7€ (associados Lugar Comum)
8€ (geral)

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

Uma organização da Lugar Comum e da Son Estrella Galicia, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

JEFFREY LEWIS & LOS BOLTS

Salão Brazil [Coimbra]
sexta-feira, 21 de Setembro de 2018
22:00


Pelo terceiro ano consecutivo, a Lugar Comum responde ao convite da SON Estrella Galicia (SONEG), associando-se ao ciclo de concertos American Autumn. Os meses de Outono, nos palcos de Coimbra, Madrid, Ourense e Santiago de Compostela contarão assim, mais uma vez, com alguns dos mais relevantes nomes da actual música indie norte-americana. No início deste terceiro ano da extensão a Coimbra deste ciclo de concertos, o palco do Salão Brazil recebe o garage rock, a antifolk e as estórias trazidas de Nova Iorque por Jeffrey Lewis & Los Bolts!



Reclamando um espaço entre a folk e o punk, o movimento antifolk afirmou a sua identidade pela via da rejeição. Recusou o compromisso político e a exigência lírica da folk tradicional, escolhendo cantar as diatribes do quotidiano. Afastou-se da natureza impetuosa e exígua do punk, mostrando-se experimental, trocista e por vezes infantil. E se, num primeiro momento no início da década de '90, permaneceu escondido do olhar do público, uma década volvida um grupo de novos músicos resgataram em definitivo a antifolk do seu estatuto de culto. Entre aqueles figuravam Adam Green e Kimya Dawson (The Moldy Peaches), Regina Spektor, Dufus e Jeffrey Lewis.



Tendo partilhado o palco com referências como Stephen Malkmus, Frank Black e Daniel Johnston, o percurso de Jeffrey Lewis tem sido marcado pela antifolk e o garage rock, e em igual medida por uma singular componente visual, que vem acompanhando cada um dos seus trabalhos, da autoria do próprio, um reconhecido autor de BD. Foi pela consagrada label Rough Trade que, em 2015, editou mais um álbum de originais de uma já incontável lista de edições (mais de uma vintena, entre EP’s e colaborações). No entanto, “Manhattan” parece ter captado a especial atenção do público e da imprensa, que o veio a considerar o seu melhor trabalho até à data.



Visceral, no modo como revisita e expõe algumas das suas experiências pessoais, sem no entanto perder de vista o sentido do absurdo que sempre guiou a sua escrita, Jeffrey tem vindo lentamente a ceder ao storytelling que desde o início habitou as suas canções, encontrando conforto na sua companhia. Enquadrado por uma banda que conta com colaboradores de longa data (no palco e em estúdio), é num momento amadurecido e de pleno fulgor criativo que marcamos encontro com um dos músicos mais relevantes da indie norte-americana das duas últimas décadas.

A convite da Lugar Comum, e no âmbito do ciclo de concertos American Autumn Son Estrella Galicia, que fará igualmente passar Jeffrey Lewis por Madrid e Ourense, é dada a possibilidade ao público de Coimbra de, em exclusivo, no Salão Brazil, marcar encontro com uma das mais consistentes referências da indie norte-americana.

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"Lewis is unlikely to ever dramatically change; instead his music slowly develops and wizens, as we all do. It’ll be fun growing old with him."
- The Guardian

“You can really appreciate the talent of Jeffrey Lewis as a lyricist. Because throughout all his bleak musings on life and existence in the Big Apple, there is a defiant sense of humour instilled within."
– The Line Of Best Fit

"With one foot in the indie rock world and another in NYC’s folk heritage, Jeffrey Lewis has carved out his own niche thanks to his thoughtful, often funny songs that present his unique, empathetic worldview. He is always worth seeing live."
– Brooklyn Vegan


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:: Bilhetes
8€ (associados Lugar Comum)
10€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

Uma organização da Lugar Comum e da Son Estrella Galicia, em co-produção com o Salão Brazil.

Evento de Facebook: [ link ]


organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
produção: Lugar Comum / Salão Brazil
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

FESTIVAL (in)COMUM :: 2018

Baixa de Coimbra
sexta, 27 e sábado, 28 de Julho de 2018
11:00 > 24:00
FESTIVAL (in)COMUM
A música independente invade a Baixa de Coimbra.

Após a sua primeira edição em 2017, o Festival (in)Comum regressa à Baixa de Coimbra! A Lugar Comum – Associação de Promoção e Divulgação Cultural, em colaboração com a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, convida a explorar alguns dos espaços de comércio tradicional da cidade, num percurso sob o signo da música independente.

Integrada no programa Noites Temáticas na Baixa de Coimbra 2018, a segunda edição do Festival (in)Comum estender-se-á por dois dias, englobando showcases acústicos em diversos espaços comerciais e culturais da Baixa de Coimbra, projecções de documentários, Dj sets, um debate e um concerto.
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SEXTA-FEIRA, 27 JULHO


~ CONCERTO ~

Cassete Pirata :: 21:30
CAV – Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição)


~ SHOWCASES ~

Momo :: 17:00
Coolectiva (R. Quebra Costas, 54)

Madalena Palmeirim :: 17:30
Banana Chiclete (R. Arco Almedina, 21)

Time For T :: 18:00
Jorge Mendes Tapeçarias (Praça do Comércio, 29)

Momo :: 18:30
Gang of Four (R. Visconde da Luz, 72)

Madalena Palmeirim :: 19:00
Pinto & Filhos (R. da Louça, 24)

Time For T :: 19:30
Hotel Oslo - Coimbra (Av. Fernão de Magalhães, 25)


~ DJ SETS ~
Durante a tarde na Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23).


~ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS ~
 
11:00 > 19:30
"Este Povo", "Barreiro Rock City (Um guia por Nick Suva)" e "Long Way From Home (How did we get here?)"
Museu da Cidade de Coimbra (R. Ferreira Borges, 85) | Lucky Lux (R. do Sargento Mor, 11)



SÁBADO, 28 JULHO

~ SHOWCASES ~

Momo :: 11:00
Lucky Lux (R. do Sargento Mor, 11)

Madalena Palmeirim :: 11:30
Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23)

Time For T :: 12:00
Tecidos de Coimbra (R. das Padeiras, 67)

Filipe Sambado :: 12:30
Refeitro da Baixa (Terreiro da Erva, Quintal do Prior, 2 e 4)

Filipe Sambado :: 16:30
Café Santa Cruz (Praça 8 de Maio)


~ DEBATE ~
"Programação musical (des)centralizada", com Carlos Ramos, Luís Ferreira e José Miguel Pereira :: 14:30
Café Santa Cruz (Praça 8 de Maio)


~ DJ SETS ~
Durante a manhã e tarde na Rádio Baixa (R. Eduardo Coelho, 23).


~ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS ~
 
11:00 > 19:30
"Este Povo", "Barreiro Rock City (Um guia por Nick Suva)" e "Long Way From Home (How did we get here?)"
Museu da Cidade de Coimbra (R. Ferreira Borges, 85) | Lucky Lux (R. do Sargento Mor, 11)
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:: Entrada gratuita (limitada à lotação dos espaços).

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção:
Lugar Comum + Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra

apoios:
Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra / Antena 3 / Canal 180 / Culturarte

colaboração:
CAV Centro de Artes Visuais / Rádio Baixa / Salão Brazil / Coolectiva / Serviço Educativo JACC / A Escola da Noite / Teatrão

BÁRBARA EUGÊNIA & TATÁ AEROPLANO

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
quarta-feira, 30 de Maio de 2018
22:00

Bárbara Eugênia e Tatá Aeroplano são inevitáveis referências da mais recente música brasileira. Radicados em São Paulo, não raras vezes se cruzaram em palco e no estúdio, embora a gravação de um disco em parceria tenha permanecido adiada.
 


Se ao longo da edição de três álbuns _ “Journal de BAD” (2010), “É o que temos” (2013) e “Frou-Frou” (2015) _ Bárbara assegurou o seu lugar na renovada MPB, tendo ainda assinado uma colaboração com Tom Zé, participado do projecto Aurora, inspirado pelos Beatles e conquistado um Prémio Multishow com o single "Por que brigamos?"; já Tatá Aeroplano tem-se multiplicado por inúmeros projectos (Cérebro Electrónico, Frito Sampler, Jumbo Elektro, Zero Um e Trupe Chá de Boldo), além de dois álbuns editados em nome próprio _ “Tatá Aeroplano” (2012) e “Na loucura e na lucidez” (2014).

   
Contudo, em Março de 2017, acabaria por surgir “Vida Ventureira”, resultado de um desafio lançado por Bárbara a Tatá, no sentido de, em parceria, escreverem e gravarem um conjunto de inéditos em torno da narrativa de um casal que se lança numa viagem, em busca de um ponto de chegada para a sua relação. Produzido numa fazenda do interior do estado de São Paulo, na companhia dos habituais colaboradores Dustan Gallas e Bruno Buarque, “Vida Ventureira” é um disco luminoso, que à semelhança do percurso de ambos, tão depressa incorpora sintetizadores pop e samples, como logo regressa ao registo confessional da folk e MPB, numa irrequieta dinâmica tropical, em que tudo é passível de ser incluído.



 

Após a apresentação de “Vida Ventureira” ao público brasileiro durante o ano de 2017, Bárbara e Tatá atravessam o Atlântico para, em Portugal, darem início uma dezena de espectáculos pela Europa. É na noite de 30 de Maio, pelas 22h00, na sala do CAV – Centro de Artes Visuais, acompanhados pela instrumentista Malu Maria, que Bárbara e Tatá se dispõem a demonstrar que a música brasileira continua fértil e verdejante. 

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«Folk luminosa, pop feliz e tropicalismo a condimentar. Byrds e Novos Bahianos, sintetizador a apontar o caminho entre a selva e as duas vozes que são asas, que são escadas para voar.» - Mário Lopes / O Disco Disse -  Antena 3

«Produto direto do claro amadurecimento que marca os dois últimos registros de inéditas de cada artista, [Vida Ventureira] o trabalho de 12 faixas, três delas vinhetas, parece crescer em uma medida própria de tempo, sem pressa.» - Miojo Indie

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:: Entradas
6€ (geral)
5€ (associados Lugar Comum)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

CASTELLO BRANCO

Salão Brazil [Coimbra]
quinta-feira, 26 de Abril de 2018
22:00


Desde a edição de “Serviço” (2013), o primeiro álbum de originais, Castello Branco tem vindo a demarcar e a consolidar o seu espaço no vasto território da música brasileira. Após ter trocado o seu Rio de Janeiro por São Paulo, onde se fixou e passou a produzir periódicos eventos de música electrónica, gradualmente incorporando a mesma nas suas próprias criações, ensaiou igualmente a primeira aventura no domínio da escrita, editando uma colecção de poemas intitulada “Simpatia” (2016), cuja apresentação ao público ocorreu na Feira do Livro do Porto. De resto, a sua ligação a Portugal tem sido reforçada nos últimos anos, tendo por três vezes, em diferentes momentos, percorrido salas e teatros do nosso país, apresentando as suas composições e conquistando um público que já havia descoberto alguns dos seus pares, como Rodrigo Amarante, Cícero ou, mais recentemente, Tim Bernardes.



No entanto, desta vez, a sua quarta incursão em território nacional revela-se um pouco mais ambiciosa. Com oito datas de concerto marcadas, entre as quais se conta Coimbra, o músico brasileiro apresentar-se-à em formato banda, deixando para trás a veste de cantautor e o intimismo característico de uma actuação a solo. É deste modo que a sua evolução sonora dos últimos anos, que o deixa actualmente a meio caminho entre a folk e a electrónica, melhor poderá ser testemunhada e compreendida. Não deixando um registo minimal e depurado, privilegiando ainda e sempre a lírica e a voz, na nova vida de Castello Branco os sintetizadores habitam a MPB, abrindo portas à modernidade.



No próximo dia 26 de Abril, o músico brasileiro apresenta-se no Salão Brazil, trazendo consigo o segundo capítulo da sua discografia: o mais recente “Sintoma” (2017), álbum que recolheu o entusiasmo da crítica, confirmando Castello Branco como um dos nomes mais relevantes da actual música independente brasileira, e cuja reprodução perante o público português será peça central dos seus concertos.

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“Existe uma leveza rara no som produzido por Castello Branco. Econômico na construção dos arranjos, talvez pensado para as apresentações ao vivo do músico, quase sempre regidas pela estrutura intimista dos arranjos e versos, Sintoma cresce vagaroso, em uma medida própria de tempo.” (8.5/10)
- Miojo Indie

“No intervalo de 4 anos entre os dois álbuns, Castello Branco precisou encontrar quem era, artisticamente. Nos seus poemas ela se encontra”
- Estadão Cultura

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:: Bilhetes
7€ (associados Lugar Comum)
8€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

Uma curadoria da Lugar Comum, com produção do Salão Brazil.

Evento de Facebook: [ link ]

produção: Salão Brazil
curadoria: Lugar Comum
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

HOUSE OF WOLVES

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado, 7 de Abril de 2018
22:00

Há muito que a Lugar Comum segue a pista do californiano Rey Villalobos, cujo projecto House of Wolves percorre os infindáveis trilhos da folk / americana, assumindo um registo nocturno (“Fold In The Wind”, 2011), por vezes crepuscular (“Daughter of the Sea”, 2015) e, nos tempos mais recentes, luminoso (“House of Wolves”, 2016). Para tal revelou-se instrumental a recomposição do papel dominante que o piano ocupava na relação entre o músico norte-americano e as suas canções.

Contando com a produção de John Morgan Askew, que no passado trabalhou com Alela Diane ou The Dodos, o seu último álbum ganha em amplitude e claridade, privilegiando os arranjos de cordas e a secção rítmica, aportando uma maior completude e maturidade ao respectivo percurso. Referências como Elliott Smith ou Neil Young surgem ao longo do caminho, partilhando responsabilidades no crescimento e afirmação de Villalobos, o qual rumou a Portland, para naquela cidade, apenas em três dias, gravar o seu mais recente álbum homónimo.
É este disco que o músico norte-americano apresentará em Coimbra, no CAV – Centro de Artes Visuais, na noite de 07 de Abril, num espectáculo a solo que coincidirá com a última data europeia de uma tour iniciada em meados de Março. Oportunidade rara para testemunhar a evolução de um músico, agora que se encontra consolidado o seu registo no estúdio e no palco.

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"Rey Villalobos shows that it only takes one guitar and one person to produce some of the most beautiful music." – The 405

“Imagine a duet betweeen Nick Cave and Mazzy Star.” – Les Inrocks

“Swapp oddball charm for lonely heart and his breathy falsettos could carry similarities to Ariel Pink or Devendra Banhart, but he softens each lyric more than they do, turning a pop ballad into a hopeful song.”– Consequence of Sound

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:: Bilhetes
5€ (associados Lugar Comum)
7€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

PIANO DAY 2018 :: TIAGO SOUSA

Salão Brazil [Coimbra]
quinta, 29 de Março de 2018
22:00

Em 2015, Nils Frahm decidiu instituir um novo "feriado": inspirando-se no piano, criou um dia de comemoração em torno deste, a acontecer no 88º dia do ano , correspondendo ao número de teclas do piano. Surgia assim o Piano Day, que, desde 2015, tem vindo a crescer em torno das teclas pretas e brancas! Este ano, a 29 de Março, repete-se esta celebração. A Lugar Comum e o Jazz ao Centro Clube juntam-se para assinalar o Piano Day em Coimbra, promovendo o encontro do piano do Salão Brazil com a criatividade e génio de Tiago Sousa, para um concerto único e irrepetível. A este espectáculo, soma-se ainda uma actividade de Serviço Educativo, através de uma oficina de férias de Diálogos Com O Piano!



Portador de uma linguagem estética e musical singular, a história de Tiago Sousa perpassa diversos capítulos e encarnações. Depois de uma dedicada batalha no campo das edições fonográficas, enquanto criador da Merzbau, aventurou-se ao piano, predispondo-se a encontrar neste um constante desafio.



Rumo ao desconhecido, o seu percurso tem-se pautado por um constante sentimento de descoberta, tanto pessoal, quanto artística, que o levou a gravar, desde 2006, diversos discos em nome próprio e em colaboração com outros músicos.



A pretexto da comemoração do Piano Day, Tiago Sousa apresentará no Salão Brazil um concerto único e irrepetível.

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"Tiago Sousa é um dos músicos mais originais do nosso tempo."
Ípsilon

"(...) Tiago Sousa está onde devia estar: a escrever música complexa mas com resultados que espelham uma enorme beleza e inteligência na composição."
Bodyspace

"(...) a combinação de ingredientes que, aqui, se manifesta em regime de plena liberdade não se ouve todos os dias"
Expresso

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Preços: 7€ / entrada geral

Locais de venda:

Bilheteira Online (Tiago Sousa :: Piano Day 2018)
A Camponeza (Rua da Louça, 80)
Coimbra Concept Store (Avenida Sá da Bandeira, 116)
Gang Of Four (Rua Visconde da Luz, 72 - 1º Andar)
Lucky Lux (Rua do Sargento-Mor, 11)
Mau Feitio (Forum Coimbra, Loja 1.30)

Evento de Facebook: [link]

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E por a intenção do Piano Day ser não só acolher todos os amantes do piano mas também levar o instrumento a novos públicos e dimensões, haverá igualmente lugar para Diálogos com o Piano, uma oficina de férias para os mais novos durante a semana que antecede este espectáculo.



Diálogos Com O Piano - Oficinas de Férias de Páscoa com Tiago Bastos, Cheila Pereira, Cláudio Vidal e Tiago Sousa é um programa de oficinas multidisciplinares dirigidas aos mais novos (6-10 anos), que decorrerá no Salão Brazil das 9h30m às 18h, entre os dias 26 e 29 de Março. Serão formadores Tiago Bastos, Cheila Pereira e Cláudio Vidal. Contará com a participação especial do pianista Tiago Sousa. Este programa propõe celebrar e reinventar um dos mais emblemáticos instrumentos musicais a partir da criação de cumplicidades com outras expressões artísticas: o movimento/dança, o teatro /performance, a imagem / artes visuais. Através destes diálogos procurar-se-á explorar o piano não apenas enquanto instrumento mas também como lugar de imaginação e afectos, de onde nascem histórias, gestos, movimentos e sons.

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Preço:
€80 (inclui oficinas, almoços, lanches e seguro)

Inscrições:
até 18 de Março, através do email servicoeducativo.jacc@gmail.com.

Evento de Facebook: [link]

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organização / produção: Lugar Comum & JACC
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

HALEY HEYNDERICKX [cancelado]

Aviso: O concerto de Haley Heynderickx foi infelizmente cancelado por motivos pessoais da artista aos quais a nossa organização é totalmente alheia. Lamentando este facto, convidamos todos a seguir de perto a agenda da Lugar Comum para 2018.

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado, 17 de Novembro de 2017
22:00

Foi com apenas 11 anos, na pequena cidade de Forest Grove, que Haley Heynderickx deu os primeiros passos na guitarra, logo se debatendo com uma primeira escolha: o único instrutor ali residente dedicava-se ao ensino do bluegrass, ao passo que a jovem norte-americana aspirava tornar-se punk rocker. Contudo, ao longo da adolescência, essa distância dissipar-se-ia com a descoberta de Bob Dylan, estabelecendo um natural compromisso entre as raízes folk e a Fender Telecaster que a passou a acompanhar nas suas primeiras actuações.


Desde há sete anos a residir em Portland, em 2016, Haley começou por editar um EP intitulado “Fish Eyes”, percursor do seu primeiro álbum “I Need To Start a Garden”, com lançamento marcado para o início de 2018, do qual já se encontra em rotação o single “Oom Sha La La”. A julgar pelo avanço, a nostalgia pelas décadas de 50 e 60 do século passado encontra-se bem presente no seu primeiro trabalho, sendo igualmente possíveis comparações a contemporâneas suas, como Sharon Van Etten ou Angel Olsen.


Actualmente em tour pela Europa, Haley Heynderickx trará consigo não só a rotina de dezenas de concertos dados em Portland, e por toda a Costa Oeste, nos últimos dois anos, mas também algumas das composições que farão parte do seu primeiro álbum de originais. Ocasião de, no próximo dia 17 de Novembro, no CAV – Centro de Artes Visuais, marcar encontro com uma singer-songwriter em ascensão.

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"Haley Heynderickx has a smoky, sweet voice and a knack for intricate guitar lines...her lyrics evoke intimacy and compassion" - NPR

"There's a low-key nuance to Haley Heynderickx's silvery guitar-based songs, but their brilliance radiates through stronger at a quieter level." - KEXP

"On the strength of her local shows and that EP, she’s become one of the strongest new voices in Portland." - Oregon Public Broadcasting

"Haley Heynderickx writes with an elegant lyricism that sticks immediately in your brain" - Parker Hall, Digital Trends

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:: Bilhetes
5€ (associados Lugar Comum)
6€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

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Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

MOLLY BURCH

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado, 23 de Setembro de 2017
22:00

Em 2016, a convite da SON Estrella Galicia (SONEG), a Lugar Comum associou-se ao ciclo de concertos American Autumn, cuja realização, durante os meses de Outono, leva aos palcos de Madrid, Ourense e Santiago de Compostela alguns dos mais relevantes nomes da actual indie norte-americana.

Após uma primeira edição, que contou com concertos de Laura Gibson e Heather W. Broderick, foi renovada a parceria com a SONEG, pelo que, no próximo dia 23 de Setembro, terá inicio o segundo ano da sua extensão a Coimbra; ocasião essa para receber no palco do Centro de Artes Visuais uma das autoras do momento nos Estados Unidos da América: Molly Burch.


Originária de LA, desde muito cedo a californiana Molly Burch se encontrou exposta a diversas influências artísticas. Filha de um produtor, cresceu rodeada de discos de Billie Holiday e Nina Simone, tendo no final da adolescência se matriculado na Universidade da Carolina do Norte, onde estudou Jazz Vocal Performance. Ali viria a conhecer o guitarrista Dailey Toliver, que a acompanhou até Austin, em busca de um contrato discográfico.



Passando a incorporar nas suas composições referências como os Everly Brothers, Sam Cooke ou Patsy Cline, ao longo da dezena de faixas que integra o primeiro álbum “Please Be Mine”, editado pela Captured Tracks, Burch resgata o registo pop dos sixties, sublinhando o legado de bandas como The Ronettes e The Shirelles, ou, em alguns momentos, as harmonias dos Beach Boys. Seja pela intensidade da interpretação, ou pelo modo como se deixa enredar pelas guitarras, as comparações à contemporânea Angel Olsen, aos Mazzy Star ou aos companheiros de editora Widowspeak são inescapáveis, contudo, ao primeiro disco e com o talento até hoje demonstrado, a sua singularidade anuncia um dos mais promissores nomes da indie pop norte-americana.



Em tournée pela Europa, dia 23 de Setembro, no CAV – Centro de Artes Visuais, Molly Burch, acompanhada da sua banda, apresentará pela primeira vez em Portugal o seu álbum de estreia, confirmando tudo o que de bom se tem escrito sobre ela.



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"A hugely self-assured debut offering that makes a real impression". – Clash (7/10)

“The most interesting facet of an album stuffed with wistful, glinting pop: Burch stealing the show so effortlessly with her golden throat.” – Austin Chronicle (4/5)

“Seldom can nostalgia have sounded so fresh.”– Uncut (8/10)

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:: Bilhetes
6€ (associados Lugar Comum)
8€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h30 e as 21h50.

Uma organização da Lugar Comum e da Son Estrella Galicia, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

FESTIVAL (in)COMUM :: 2017

Baixa de Coimbra
sexta, 28 de Julho de 2017
11:00 > 24:00
FESTIVAL (in)COMUM
A música independente invade a Baixa de Coimbra.

A Lugar Comum, em colaboração com a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, convida a explorar alguns dos espaços de comércio tradicional da cidade.

Ao longo da tarde e noite de 28 de Julho, sob o signo da música independente, haverá um concerto, diversos showcases, dj sets e projecções de documentários.

O acesso é gratuito.
Esperamos por vós!
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~ CONCERTO ~

Matt Kivel (us) :: 22:00
CAV – Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição)


~ SHOWCASES ~
 
Alek Rein :: 16:30
Lucky Lux (R. do Sargento-Mor, 11)

Senhor Doutor :: 16:50
Ágata Joalharia (R. Ferreira Borges, 149)

Marco Luz :: 17:10
Banana Chiclete (Arco de Almedina)

Valter Lobo :: 17:30
Jorge Mendes Decorações (Pr. do Comércio, 19)

Rita Braga :: 17:50
Pet & Tea (R. João Cabreira, 4)

Marco Luz :: 18:00
Galeria Victor Costa (Edifício Arnado, r/c, loja 16)

Senhor Doutor :: 18:30
Hotel Oslo (Av. Fernão de Magalhães, 25)

Rita Braga :: 18:50
Pinto & Filhos (R. da Louça 2)

Alek Rein :: 19:10
NARC (R. Ferreira Borges, 25)

Valter Lobo :: 19:30
Gang of Four (R. Visconde da Luz, 72, 1º)


~ DJ SETS ~
 
Emanuel Botelho
Praça do Comércio :: 19:30 > 21:30
Largo da Portagem :: 22:00 > 24:00


~ EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS ~
 
11:00 > 19:30
I Love My Label - Museu Municipal de Coimbra
Um quarto no éter - Lucky Lux


~ PLAYLIST (in)COMUM ~
 
11:00 > 19:00
Be 51 / Banana Chiclete / Café Santa Cruz / Cavalinho / Chronospaper / Decorações de Coimbra / Gang of Four / Loja da Laura / Margem d`euforia / Miss Curvy Lingerie / Pet & Tea
 
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:: Entrada gratuita (limitada à lotação dos espaços).
A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso, neste evento, à vantagem de poder reservar e garantir lugar.

:: Reservas
lugarcomum.pt@gmail.com
Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção:
Lugar Comum + Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra

apoios:
Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

colaboração:
CAV Centro de Artes Visuais / A Escola da Noite / Antena 3

NOISERV

TAGV - Teatro Académico de Gil Vicente [Coimbra]
sábado, 20 de Maio de 2017
21:30

Desde 2009, altura em que, pela primeira vez, a Lugar Comum acolheu um concerto de noiserv, que o percurso ímpar deste músico português vinha avolumando o desejo de o voltar a fazer. 



Com cerca de 12 anos de existência, noiserv, “homem-orquestra”, ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projectos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred Miles from Thoughtlessness” [2008], o EP “A Day in the Day of the Days” [2010], e “Almost Visible Orchestra” [2013], recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa Naïve, casa-mãe de projectos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros. O mais recente "00:00:00:00", de 2016, é um disco diferente daquilo a que noiserv nos tem habituado. A “orquestra de sons”, que tão bem lhe conhecemos, deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.



Dia 20 de Maio, pelas 21:30, será uma oportunidade única para assistir, no Teatro Académico de Gil Vicente, à apresentação do novo disco, bem como à revisitação dos álbuns anteriores.



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"(...) rodeado de botões, teclados, metalofones e quaisquer objectos que produzem o som certo para determina canção, ou sentado simplesmente ao piano, David continua a ser um só homem (com o charme de um homem só)." - Ípsilon

"A paleta de sons no catálogo de Noiserv pode ser muito extensa, mas há um traço que acompanha todas as criações: o apuro nas composições e a marca da introspeção." - Jornal i

"Noiserv deixa para trás a roupagem electrónica, atira com o inglês às urtigas e surpreende com um disco feito exclusivamente de piano e cantado em português. Uma transformação total ainda que, por entre estas faixas, se distinga a caixa musical noiserviana que o compositor português tratou de construir com habilidade de carpinteiro." - Deus Me Livro

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:: Bilhetes
8€ (≤ 25 anos, Estudante, ≥ 65 anos, Grupo ≥ 10 pessoas)
10€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
bilheteira@tagv.uc.pt | 239 855 636
(segunda a sábado, 17h00-22h00)
Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o TAGV.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: TAGV
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

DOUGLAS DARE

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado, 13 de Maio de 2017
22:00

Na pequena cidade costeira de Bridport, Douglas Dare cresceu sempre rodeado de música. A sua mãe, professora de piano, encorajou o filho a compor desde tenra idade, algo que este começou a levar mais a sério durante a sua formação no Liverpool Institute for Performing Arts. As suas composições elegantes e, ao mesmo tempo, assombrosas, valeram-lhe rasgados elogios e comparações a nomes como James Blake ou Thom Yorke, fazendo com que captasse a atenção da consagrada editora londrina Erased Tapes.


A partir de 2013, a relação com esta editora traduz-se numa mudança para Londres e em registos editados, primeiramente com o EP "Seven Hours" (2013) logo seguido pelo primeiro álbum "Whelm" (2014). Na sequência da edição e aclamação pela crítica destes primeiros registos, Douglas Dare começa a pisar palcos em nome próprio e na companhia de colegas da Erased Tapes, como Ólafur Arnalds ou Nils Frahm.


O seu segundo álbum, "Aforger" (2016), surge na sequência de uma conturbada fase na vida pessoal de Douglas Dare, em que este se questiona sobre os limites entre a realidade e a ficção, sobre o que significa a identidade e a percepção desta, numa sociedade dominada pela tecnologia. Esta temática atravessa os poemas originais que servem de base às composições deste segundo disco, misturado nos icónicos estúdios Abbey Road, por Fabian Prynn. "Aforger" representa uma evolução também na composição e no som de Douglas Dare, agora mais denso e sombrio, mas ao mesmo tempo vulnerável e íntimo.


Pela primeira vez em Portugal, o músico britânico traz todo o seu repertório na bagagem para apresentar, a 13 de Maio, no Centro de Artes Visuais, em Coimbra.

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"An artist who genuinely has something to say about what it feels like to be alive in these times." - The Quietus

"Imagine John Vanderslice’s trembling melodic narration and pristine pop-rock craftsmanship applied to frigid electronic soundscapes out of a Thom Yorke solo album, and then get really excited." - Stereogum

"Douglas Dare’s music is solitary, passionate and moving. In the stories he tells, the melodies he sings and the conviction he sings them with." - The Line Of Best Fit

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:: Entradas
6€ (associados Lugar Comum)
8€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
lugarcomum.pt@gmail.com

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: CAV
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

PASCAL PINON

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
quinta, 9 de Março de 2017
21:30

Com apenas 14 anos, as gémeas islandesas Jófríður e Ásthildur Ákadóttir formaram o projecto Pascal Pinon. Tendo desde muito cedo atraído o interesse da label berlinense Morr Music, viriam a editar um primeiro álbum homónimo (2009), caracterizado pela adolescência das harmonias e a utilização de um vasto acervo de teclados, xilofones e mesmo caixas de música, que o situavam na geografia delicada da twee folk.



"Twosomeness" (2013), o álbum que se seguiu, foi produzido por Alex Somers (Sigur Rós, Julianna Barwick), cuja intervenção ao longo do processo de gravação, viria a dotá-lo da densidade que faltara ao antecessor. O recurso a elementos electrónicos e a convivência com o legado de Bjork e dos Sigur Rós, renderam às jovens islandesas um rol de elogios por parte da crítica, que então assinalou a sua rápida maturidade sonora.



Foi preciso esperar mais três anos pela edição de "Sundur (2016), resultado do reencontro de Jófríður e Ásthildur, após um período em que a primeira formou um projecto de electrónica (Samaris), ao passo que a segunda frequentou um curso de música clássica em Amesterdão. Deixando para trás a estética do álbum precedente, "Sundur" marca um retorno à essência da escrita de canções, em torno de narrativas folk islandesas e de uma ideia de afastamento e proximidade,que pautou a vida das duas irmãs nos últimos anos.



Pela primeira vez em Portugal, as Pascal Pinon trazem consigo aquele que é o seu álbum mais cru, e o que melhor define a sua identidade, após um percurso de 7 anos. Ocasião para um há muito aguardado encontro com uma das referências actuais da música e tradição folk islandesa.


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"They may have been apart for a while, but Sundur is proof that the musical connection between the two sisters is as strong as ever." - The Line of Best Fit


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:: Bilhetes
4€ (associados Lugar Comum)
5€ (geral)

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

:: Reservas
Através do e-mail: lugarcomum.pt@gmail.com (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), entre as 21h00 e as 21h25.

Uma organização da Lugar Comum, em colaboração com o CAV – Centro de Artes Visuais.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

HEATHER WOODS BRODERICK

Convento de São Francisco [Coimbra]
sexta, 18 de Novembro de 2016
22:00

Foi em 2010, na companhia do pianista germânico Nils Frahm, que Heather Woods Broderick se apresentou em Braga e Coimbra, trazendo consigo o seu primeiro álbum “From The Ground”. Produzido pelo irmão, Peter Broderick, e envolto nos elegantes arranjos do músico de Portland, por entre eles emergiam as vocalizações de Heather, que lhe valeram comparações na imprensa norte-americana a Hope Sandoval (Mazzy Star) ou Elizabeth Frazer (Cocteau Twins). No entanto, ao contrário de Frahm ou do seu irmão, cuja profusão de projectos e edição de trabalhos se multiplicaram nos anos que se seguiram, Heather optou por adiar a gravação de um segundo LP, continuando a emprestar a sua dimensão de multi-instrumentista (teclista, guitarrista e violoncelista) a vários músicos, como já o vinha fazendo anteriormente, casos de Alela Diane, Horse Feathers, Efterklang e, durante a maior parte daquele período, partilhando o estúdio e o palco com Sharon Van Etten.



Durante os meses que se seguiram, dependeu de amigos seus, que a acolheram, ao mesmo tempo que prosseguiu os seus estudos e tentou refazer parte das composições que permaneceram na sua memória. Mais tarde, com o apoio de diversos músicos, amigos e apreciadores do seu trabalho, foi possível constituir um fundo para que gravasse o seu quarto disco, ao qual deu o nome do comboio que a transportou para uma nova etapa: “Empire Builder”.



No próximo dia 18 de Novembro, a convite da Lugar Comum, Heather Woods Broderick dará a conhecer ao público de Coimbra o seu mais recente trabalho. Esta actuação, a ter lugar no Convento de São Francisco, integrará o ciclo de concertos “American Autumn”.

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“Six years on, and Glider is a stunningly mature, accomplished record. Broderick is a more talented writer than most, and so has crafted something so exquisitely mournful, it's hard not to drift along with her.” (9/10) – Drowned in Sound

“Most folks probably know Broderick as Sharon Van Etten’s right hand gal. It's clear in the six years since her solo debut and her roots in the experimental folk scene that Broderick has picked up some of Van Etten’s traits.” (8.5/10) – The Line Of Best Fit

“Subtlety is key. Ms. Broderick knows this. With the time and production value put into these songs, they could have easily gone the direction of Top 40. But it didn't. Take a listen. Soon you'll be lost in the worlds of melancholy and the sublime.” (8/10) - The 405

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:: Bilhetes
8,00€
+ oferta de 1 cerveja Estrella Galicia nas primeiras 50 reservas feitas através do e-mail
lugarcomum.pt@gmail.com.

:: Reservas
envio de e-mail para lugarcomum.pt@gmail.com
(mediante indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação)

Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, no CSF - Convento São Francisco, entre as 15h00 e as 20h00.

A subscrição anual da condição de "Associado Lugar Comum", no valor de 5€, permite o acesso a descontos e outras vantagens.

Uma organização da Lugar Comum e da Son Estrella Galicia, em colaboração com o Convento de São Francisco e a Câmara Municipal de Coimbra.

Evento de Facebook: [ link ]

organização / produção: Lugar Comum / Son Estrella Galicia
colaboração: Convento de São Francisco / Câmara Municipal de Coimbraapoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra