Sonny & The Sunsets

Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto
[Coimbra]
25 de Setembro de 2012
Terça-feira (21h45)


:: :: SONNY & THE SUNSETS :: ::


Imerso na profusão criativa do seu fundador, o colectivo Sonny & The Sunsets tem vindo a conhecer, a cada álbum, uma formação diferente. Referências como Tim Cohen ou Kelley Stoltz, com percursos sólidos e autónomos na indie folk norte - americana, integraram o projecto de Sonny Smith, atraídos certamente pela possibilidade em colaborar com um músico que, desde 2002, cruzou inúmeros caminhos, incluindo os de Jolie Holland, Neko Case, Miranda July, Mark Eitzel, entre outros.


Apesar de a folk ter estado sempre presente no seu ambiente familiar, Sonny Smith apenas mais tarde veio a incorporá – la nas suas composições. Em resultado, a sonoridade do colectivo norte - americano contempla hoje múltiplas influências, ancorada na pop vintage dos Beach Boys e dos Kinks, passando pelo legado de Johnny Cash e de Bob Dylan, ou o garage rock da década de 60.


“Longtime companion” é o título do terceiro e mais recente álbum dos Sonny & The Sunsets, editado pela Polyvynil no passado mês de Junho. No próximo dia 25 de Setembro, a Lugar Comum recebe na Casa das Artes o colectivo oriundo de San Francisco, para um concerto que promete fazer jus ao epíteto com que a imprensa norte – americana cataloga a banda: garage pop. 
Imediatamente antes do concerto, será inaugurada uma exposição intitulada "Quatro anos de cartazes Comuns", subordinada à componente gráfica da Lugar Comum, através da apresentação dos vários cartazes que compõem o histórico de concertos da associação.



Preços:
Associados Lugar Comum :: € 4,00
Entrada geral :: € 5,00 

Locais de venda:
No local, a partir das 21h00 do dia do concerto.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas até 15m antes do início do espectáculo, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]


organização e produção Lugar Comum + colaboração Casa das Artes da FBB + apoio RUC + apoio MAFIA



Gruff Rhys

Centro de Artes Visuais - CAV [Coimbra]
29 de Março de 2012
Quinta-feira (22h00)


:: :: GRUFF RHYS :: ::





Foi Jarvis Cocker (Pulp) que alertou a imprensa britânica para Hometown Unicorn, o primeiro single de uma banda proveniente de Cardiff, de seu nome Super Furry Animals. Corria o ano de 1996, e as primeiras composições assinadas pelo seu líder, Gruff Rhys, denunciavam já uma esperança de vida superior à da intitulada britpop. À multitude de referências e voracidade experimental de álbuns como Guerrilla ou Mwng seguiu – se o reconhecimento público, ao longo da última década, com Rings Around The World, Phantom Power ou Love Kraft, os quais consagraram os SFA como headliners em Glastonbury.



Em 2005, Gruff Rhys editou em nome próprio Yr Atal Genhedlaeth, um conjunto de composições interpretadas em galês, que reafirmavam a sua identificação com o legado cultural da região onde cresceu. Porém, o que não passava de uma primeira aventura a solo, tornou – se rapidamente num objecto de culto, tendo a imprensa aclamado a sua esquizofrenia pop, pontuado de elementos electrónicos. Seguiu – se o convite da editora Rough Trade para gravar um segundo trabalho, intitulado Candylion, o qual veio a sedimentar de forma decisiva o percurso autónomo de Gruff Rhys. 



Ao longo dos últimos anos, o autor galês envolveu – se ainda num assinalável número de colaborações, das quais se destacam o projecto Neon Neon (na companhia de Boom Bip), o seu trabalho com Danger Mouse e Sparklehorse (Dark Night of the Soul), a edição de um álbum com o músico brasileiro Tony da Gatorra e finalmente a participação no colectivo Gorillaz, de Damon Albarn. 



Tendo editado, em 2011, Hotel Shampoo, o terceiro capítulo do seu percurso, Gruff Rhys assinará no próxima dia 29 de Março uma primeira e exclusiva actuação no nosso país, concerto que possibilitará o encontro com um dos mais relevantes nomes da música britânica ao longo das duas últimas décadas.




Preços:Associados Lugar Comum / Amigos do CAV :: € 7,00
Entrada geral :: € 9,00 


Locais de venda:
A anunciar brevemente

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas até 15m antes do início do espectáculo, sob pena de perderem efeito.

organização e produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC




Foxes in Fiction + Happy Trendy

Oficina Municipal do Teatro - Teatrão [Coimbra]
1 de Dezembro de 2011
Quinta-feira (21h30)



:: :: FOXES IN FICTION :: ::



Bradford Cox. Panda Bear. Bénoit Pioulard. Brian Eno. Referências inescapáveis que percorrem as vinte e duas faixas de “Swung from the branches”, o primeiro longa duração do aclamado projecto Foxes in Fiction. Um álbum que pelas múltiplas texturas sonoras que contempla, dele emergindo um compromisso entre a electrónica e a pop em registo lo-fi, foi já apontado pela imprensa norte-americana como o natural sucessor de Logos, dos Atlas Sound. O seu autor, Warren Hildebrand, não enjeitaria certamente esta comparação, tal a assumida admiração que nutre pelo percurso de Bradford Cox.



No entanto, devemos ir mais além de um exercício de referencialismo, porquanto o crescimento de Hildebrand enquanto músico tem sido autónomo. A sua obstinada dedicação ao projecto Foxes In Fiction tem resultado na contínua edição de um volume assinalável de composições, dispersas por diversos singles e EP’s ou disponibilizadas no seu blog. Por outro lado, ao contrário de alguns dos seus pares, não se remete à exiguidade do seu quarto, vindo progressivamente a privilegiar a evolução do projecto em palco, aproveitando a experiência adquirida nos Memoryhouse, de cuja formação fez parte ao longo do passado ano.



Pela primeira vez na Europa, Warren Hildebrand é aos 21 anos de idade uma das referências actuais da indie norte-americana.




:: :: HAPPY TRENDY :: ::



Dylan Khotin-Foote é o alter ego dos projectos Kumon Plaza e Happy Trendy. Oriundo da cidade de Edmonton, com apenas 14 anos de idade passou a dividir o seu tempo entre o liceu e a música electrónica. Inicialmente, ao postar algumas gravações no seu myspace com o mero intuito de mais facilmente as fazer chegar aos seus amigos, longe estaria de imaginar que após alguns meses essas mesmas faixas integrariam o podcast do site Pitchfork, ao qual se seguiram inúmeras referências em outros sites da especialidade.



Detentor de formação clássica enquanto pianista, na sua adolescência viria a trocar o piano da sua sala por um teclado Casio, no qual gravou as suas primeiras demos. No entanto, segundo o músico canadiano, o seu processo de composição parte sempre de algumas notas soltas no seu velho piano, emergindo num momento posterior toda uma parafernália de recursos electrónicos, que por vezes contemplan a inserção de sons do seu Gameboy.



Hoje, aos 17 anos, Dylan Khotin-Foote conta já no seu percurso com a edição do álbum “Old Friends” e o 7” “Nerves”, registos de uma maturidade tal que não denunciam a adolescência do seu autor.


Preços:
Associados Lugar Comum :: € 7,00
Não-Associados :: 
€ 8,00

Venda:
Oficina Municipal do Teatro

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas até 15m antes do início do espectáculo, sob pena de perderem efeito.

organização e produção Lugar Comum + colaboração Teatrão + apoio RUC

Eleanor Friedberger + Euros Childs

Museu Nacional de Machado de Castro [Coimbra]
8 de Outubro de 2011
Sábado (21h45)


Por ocasião da apresentação da Grelha de Inverno 2011/12, a Rádio Universidade de Coimbra e a Lugar Comum trazem até Coimbra, no próximo dia 08 de Outubro de 2011, a norte-americana Eleanor Friedberger e o britânico Euros Childs.


:: :: ELEANOR FRIEDBERGER :: ::



Os Friedberger têm nos Fiery Furnaces a sua empresa familiar. Fundada por Eleanor e pelo seu irmão Matthew, a banda norte-americana tem seguido um contínuo ritmo de produção, contabilizando a edição de nove álbuns em seis anos. Last Summer, o primeiro trabalho a solo de Eleanor Friedberger, não vem ditar o termo de tão profícua parceria, nem sequer comporta um significativo desvio do proposto até à data pelos Fiery Furnaces. Ainda assim, o simples facto de ter excluído de todo o processo o seu irmão Matthew, recorrendo à produção de Erik Broucek (DFA), denuncia uma necessidade de respirar de forma não assistida. Last Summer não é um tributo a Nova Iorque ou sequer um filme de Woody Allen. Não tem essa pretensão. Antes serve a urgência de Eleanor em se libertar das memórias que lhe estão associadas, num tal volume e detalhe que por vezes parecem não caber em cada verso. Esta assinatura, que a acompanha desde o primeiro álbum dos Fiery Furnaces, é hoje complementada por um evidente flirt com a década de 70, a mesma nostalgia que percorre o aclamado Kaputt, da autoria de Destroyer.



Data única em Portugal, o concerto da norte-americana permitirá um primeiro contacto com um álbum recém editado do outro lado do Atlântico, e já considerado pela esmagadora maioria da imprensa como uma das melhores surpresas do presente ano.


:: :: EUROS CHILDS :: ::



Em 1991, contava apenas quinze anos de idade quando fundou os Gorky’s Zygotic Mynci, colectivo galês que convocava os nomes de Robert Wyatt ou Captain Beefheart como as suas principais referências e se mantinha fiel à interpretação no seu dialecto regional. Após a gravação em ‘92 do EP “Patio”, surgiu a aclamação da crítica, particularmente de John Peel, que de imediato, dando eco a uma crescente expectativa, convidou a banda a gravar nos estúdios da BBC. Seguiu-se “Bwyd Time”, o primeiro longa duração dos Gorky’s, o qual permitiu que outros projectos oriundos de Gales, como os Super Furry Animals, pudessem ocupar o merecido espaço na imprensa musical britânica. Vinte anos volvidos, tendo os Gorky’s encerrado actividade em 2003, persiste um enorme culto em torno da figura de Euros Childs. Desde 2006, editou seis álbuns de originais, alguns dos quais totalmente interpretados em galês, tendo também fundado o projecto Jonny, na companhia de Norman Blake dos Teenage Fanclub. Também não perdeu de vista uma certa esquizofrenia que habitava todos os trabalhos dos Gorky’s, a qual nos transportava pelo legado dos Beatles ou de Syd Barrett.



Pela primeira vez em Portugal, Euros Childs apresentar-se-à ao piano, num formato que seguramente privilegiará a palavra e possibilitará um retorno ao património musical dos Gorky’s Zygotic Mynci.


Preços:
Associados Lugar Comum ::
8,00€
Sócios RUC :: 8,00€
Geral :: 10,00€

Venda:
Locais a anunciar
As reservas deverão ser levantadas entre as 21h15 e as 21h45, sob pena de perderem efeito.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+
referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos


Uma co-produção RUC / Lugar Comum