CÍCERO

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
13 de Dezembro de 2013
sexta (22h00)


Corria o ano de 2011 quando Cícero deu a conhecer as dez “Canções de Apartamento” que mobilavam o seu primeiro álbum. Disponibilizado de forma independente e gratuita, através do seu site oficial, bastaram apenas três semanas para que atingisse a marca de 10.000 downloads. À medida que as suas músicas eram partilhadas, multiplicaram-se os elogios da crítica e cresceu uma militância em torno de um registo intimista e depurado, pontuado por uma escrita devedora dos pequenos recortes do dia-a-dia. De acordo com o seu autor, “Canções de Apartamento” não pretendeu ser um manifesto de solidão, mas tão só um desabafo sincero e pessoal. Tão pessoal que o próprio Cícero, na capa do álbum, escolheu desde logo denunciar as suas referências, desde Beatles a Caetano Veloso, passando por Thom Yorke, Chico Buarque, Los Hermanos e tantos outros nomes. 



Dois anos volvidos, surge um segundo trabalho intitulado “Sábado”. Improvável para quem esperava uma mera repetição de fórmulas, prova ser um passo em frente, percorrendo um território minimalista e por vezes experimental. Cícero escolhe não fazer cedências ao mediatismo, ao invés conduzindo-nos por um conjunto de composições que, rejeitando estruturas tradicionais, levam tempo a fazer o seu caminho. E também por isso fazem prova da sua maturidade. 



Pela primeira vez em Portugal, Cícero apresenta-se em Coimbra, num concerto que certamente demonstrará o porquê de estarmos diante de um dos mais reconhecidos autores da actual música brasileira. Por uma noite, o Centro de Artes Visuais será o seu apartamento e nós seremos os seus convidados. 



"Poucos artistas nacionais surgidos recentemente conseguiram acumular tamanho fascínio do público em tão pouco tempo quanto o carioca Cícero." - Miojo Indie

"O novo disco faz parte de um diálogo da vida urbana com questões pessoais. Para fugir dos fantasmas do segundo disco, Cícero partiu do mesmo lugar, dessa vez porém chegou mais longe." - Jornal O Globo

"São menos de 30 minutos embalados por uma MPB moderna com leves traços de indie rock e tímidas guitarras sujas, gravados em diversas casas por onde o músico passou nos últimos meses." - Rolling Stone 

Preços:
10€ (geral) / 8€ (associados LC)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:15.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h15 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC

SILVA

Teatro Académico de Gil Vicente [Coimbra]
21 de Novembro de 2013
quinta-feira (21h30)



Por ocasião da apresentação da Grelha de Inverno 2013/14, a Rádio Universidade de Coimbra e a Lugar Comum trazem até Coimbra, no próximo dia 21 de Novembro de 2013, o brasileiro SILVA.

Decorria o ano de 2010 quando no MySpace surgiu “A Visita”, primeira incursão pelos territórios da MPB de um até aí anónimo Lúcio Souza. Cuidadosamente pontuada por violinos e pela destreza lírica do seu autor, a composição parecia indiciar uma abordagem tradicional da música brasileira, ancorada ao universo buarquiano.




Vencedor do Prémio Multishow e escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como o melhor músico de 2012, SILVA é hoje um nome aclamado junto do público e da imprensa brasileira. Figura relevante de uma nova geração de músicos (Cícero, Bárbara Eugênia, Clarice Falcão) cujo dinamismo e criatividade extravasam o perímetro de fórmulas clássicas como a bossanova ou a MPB.




Porém, o que se lhe seguiu veio dissipar esta ideia, designadamente a edição em 2011 de um EP com a assinatura SILVA. A esta alteração veio a corresponder a adopção de uma nova sonoridade, incorporando agora elementos electrónicos, num registo predominantemente minimalista, que veio retirar à sua escrita a dimensão narrativa. SILVA passou a ser um projecto de pop independente, cujas referências são maioritariamente internacionais e não apenas brasileiras. Prova disso mesmo, o álbum “Claridão”, editado em 2012, encontra-se enredado numa pop leve e etérea, edificada sobre samples e sintetizadores, sugerindo a proximidade de nomes como James Blake ou Youth Lagoon.

Em Portugal pela primeira vez, SILVA actua no próximo dia 21 de Novembro, em Coimbra, no Teatro Académico Gil Vicente, por ocasião da apresentação da Grelha 2013/2014, da Rádio Universidade de Coimbra.




Preços:
Bilhete normal :: € 10,00
Bilhete desconto :: 
€ 8,00 :: < 25, Estudante, > 65, Grupo +10, Desempregado, Parcerias , Sócio RUC, Associado Lugar Comum

Locais de venda:
Teatro Académico de Gil Vicente (Praça da República, Coimbra)

Evento de Facebook: [link]

organização/produção:
Lugar Comum + Rádio Universidade de Coimbra

SAMUEL ÚRIA


CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
4 de Outubro de 2013
sexta (22h00)


"Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole." 

Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos em que apenas se acompanhava pela guitarra acústica, se nos deu a conhecer. Singular na língua materna, nas melodias e na relação com o público, aos poucos se gerou o culto e assomou a expectativa, consagrando Samuel Úria como um dos mais interessantes cantautores do século XXI português.


Recentemente publicou “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, uma verdadeira “caixa de jóias” em que o talento de Samuel Úria convive com um conjunto de participações de nomes aparentemente tão distantes como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Miguel Araújo, entre outros, que a música e as palavras aproximaram.

Outubro marca o regresso do autor a Coimbra, emprestando a sua voz e composições a um momento particularmente especial: o 5º aniversário da Lugar Comum. No CAV - Centro de Artes Visuais, a sua carismática presença em palco e a forma como envolve o público numa relação de proximidade e comunhão, encerram a promessa de mais uma noite plena de cumplicidade.


Preços:
7€ / 5€ (Associados Lugar Comum)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:30.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
Pedidos: mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação.
Levantamentos: entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC

5 ANOS

Foram 5 anos cheios de vontade, de orgulho, de sonho, de alegrias, de esforço, de dificuldades, de música... partilhada com quem interessa, com os amigos, com a nossa cidade, com quem, como nós, queria ver chegar a Coimbra concertos diferentes, que valessem a pena, que fossem de qualidade independentemente do quão badalados são os nomes...

Olhar para trás e pensar que fizemos com que se estreassem em Portugal (em Coimbra, pois!) Jens Lekman, Laetitia Sadier, Peter Broderick, Eleanor Friedberger, Euros Childs, The Dodos, Albin de la Simone, Handsome Furs, The Ruby Suns, Laura Gibson o merecido destaque a, na altura, quase-desconhecidos como Darren Hanlon, Small Sur, Erica Buettner, Foxes in Fiction, Happy Trendy, Jesca Hoop, Pajaro Sunrise, Heather Woods Broderick, Butcher The Bar, Super Bravo, Pikelet, Domingo, Nils Frahm, que apoiámos bons valores da música portuguesa como Márcia, Noiserv, Diamond Gloss, Minta & The Brook Trout, Tiago Sousa, que não descansámos enquanto não trouxemos Simone White, Benoît Pioulard, Nancy Elizabeth, Emily Jane White, Taxi Taxi, Dana Falconberry, Matt Bauer, Colleen, Pegasvs, Julianna Barwick, Stranded Horse, Rauelsson, Gareth Dickson, Nacho Umbert, Sonny & The Sunsets...

Valeu a pena abdicar de tanto tempo e de bom descanso? Valeram a pena os riscos e as frustrações?... Claro! A todos os membros da Associação, às amizades que a compõem, às instituições parceiras e aos músicos que aceitaram os convites, só podemos agradecer do fundo do nosso coração. Apesar das distâncias, estamos sempre, todos, num Lugar Comum.