JUAN WAUTERS

Salão Brazil [Coimbra]
sábado, 25 de Setembro de 2015
22:30

Tendo conquistado ao lado de Mac DeMarco, Beach Fossils ou DIIV um lugar de destaque nas fileiras da label nova-iorquina Captured Tracks, o uruguaio Juan Wauters continua a trilhar o seu percurso pela folk e pelo rock num registo lo-fi. Após uma primeira experiência como frontman do quarteto de garage punk The Beets, cujas principais referências eram os Ramones e o radialista Howard Stern, o jovem uruguaio veio a editar, em 2014, um primeiro disco a solo, apropriadamente intitulado “N.A.P. (North American Poetry)”.


Actualmente, Daniel Knox tem três discos editados: o supracitado "Disaster" e "Everyman For Himself" (ambos de 2011) e um sublime registo homónimo editado no presente ano de 2015. A mais recente edição foi gravada na label de Steve Albini, a Electrical Audio, pelo seu homem de confiança, Greg Norman. Dez composições que não se perdem na riqueza e conforto tecnológico, mas ao invés, aproveitam essas forças para crescerem épica e majestosamente, soando colossais, elegantes, de traços vintage, acrescentadas de cordas e, aqui e ali, de ligeiros elementos electrónicos. A palavra no timbre de Knox vence e impressiona. Daniel é dono de uma música fundamentalmente bonita que, devagar, vai chegando, numa voz poderosa, a mais, atentos e sensíveis ouvidos.


Pela primeira primeira vez em Portugal, Juan Wauters apresentará em Coimbra um conjunto de faixas representativas do seu percurso a solo, revisitando também algumas das suas maiores referências musicais.

_____________________________________

"Juan Wauters’ sweet, unvarnished folk-rock comes from a forgotten New York." Pitchfork 

"Like a movie that is good, Juan Wauters’ songs require your attention. They’re all endearingly direct but cleverly detailed." Spin
______________________________________

Preços:
6€ / associados
7€ / compra antecipada
8€ / porta

Locais de venda:
Salão Brazil (Largo do Poço)
Gang Of Four (Rua Visconde da Luz, 72 - 1º Andar)
Mau Feitio (Forum Coimbra, Loja 1.30)
Mercearia de Arte (Pátio da Inquisição, 23)


Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Salão Brazil
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

DANIEL KNOX

Salão Brazil [Coimbra]
sábado, 12 de Setembro de 2015
22:00

Daniel Knox tem 34 anos, veste nublado e do seu rosto emerge uma barba imperial. Chegou a Chicago por alturas do ensino universitário, quando a paixão pelo cinema – particularmente pela obra de David Lynch – o levaram, em 1998, até ao Columbia College. Em 2007, Lynch, que corria o país apresentando Inland Empire, sugeriu que o seu filme e breve declamação poética fosse antecedido por um momento musical. Quem, senão Daniel Knox, homem da casa e devoto do realizador, para ser o protagonista de tão privilegiado momento. Knox compôs uma pequena peça instrumental para órgão chamada "Inland Empire Overture".

O momento tão especial acabou no YouTube e o músico, que já editara o debut "Disaster", acabou meses depois a tocar em Londres, no Barbican Centre, convidado pelo director artístico David Coulter. Lá conheceu os The Handsome Family e Rufus Wainright com quem vem colaborando. Um ano volvido, de regresso à capital inglesa, conhece Jarvis Cocker, participando mais tarde no segundo álbum de originais do ex-Pulp, "Further Complications".

Actualmente, Daniel Knox tem três discos editados: o supracitado "Disaster" e "Everyman For Himself" (ambos de 2011) e um sublime registo homónimo editado no presente ano de 2015. A mais recente edição foi gravada na label de Steve Albini, a Electrical Audio, pelo seu homem de confiança, Greg Norman. Dez composições que não se perdem na riqueza e conforto tecnológico, mas ao invés, aproveitam essas forças para crescerem épica e majestosamente, soando colossais, elegantes, de traços vintage, acrescentadas de cordas e, aqui e ali, de ligeiros elementos electrónicos. A palavra no timbre de Knox vence e impressiona. Daniel é dono de uma música fundamentalmente bonita que, devagar, vai chegando, numa voz poderosa, a mais, atentos e sensíveis ouvidos.

Dia 12 de Setembro, a convite da Lugar Comum, apresenta ao piano o seu mais recente trabalho, numa noite que promete ser tão íntima como intensa.

_____________________________________

"An achingly lovely exercise in vintage, chrome-plated, wood-paneled Americana."
Uncut 8/10

"Sly and refreshingly mean-spiritied."
Time Out NY

"De onde vem Daniel Knox? Não fazemos ideia. Mas basta este disco para não mais o esquecermos."
João Bonifácio, Público
______________________________________

Preços:
6€ / associados
7€ / compra antecipada
8€ / porta

Locais de venda:
Salão Brazil (Rua António Augusto Gonçalves, nº 67)
Gang of Four (Rua Visconde da Luz, nº 72, 1º andar)

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Salão Brazil
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

DJ7 DE ANIVERSÁRIO

Galeria Santa Clara [Coimbra]
sábado, 5 de Setembro de 2015
15:00 > 19:00

Na data em que comemora 7 anos de actividade, a Lugar Comum dá início a um ciclo de dj sets, que pretende explorar os diversos territórios da música independente e aproximar a associação de todos aqueles que acorrem aos seus concertos. 

Ao longo da tarde, na Galeria Santa Clara, à medida que uma pilha de discos se formará junto da mesa de som, circularão conversas e algumas propostas da melhor indie actual.

Não fiquem por casa. Venham até à Galeria Santa Clara passar uma das últimas tardes de Verão e fazer parte da Lugar Comum.

Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Galeria Santa Clara


PEIXE

Galeria Santa Clara [Coimbra]
domingo, 21 de Junho de 2015
17:00

Tal como Norberto Lobo ou os Dead Combo, também o portuense Peixe encontra na guitarra o seu veículo de preferência, através do qual nos conduz pelo vasto território da música instrumental. Em Motor, o seu mais recente trabalho, esse percurso faz-se de passos apressados e curtas corridas, comportando uma acrescida execução técnica relativamente ao seu primeiro disco Apneia. Desta vez escutam-se os dedos a correr pelas cordas, numa entrelaçada agitação de quem não tem tempo para o paciente silêncio da melancolia.


Depois de, em 2012, ter participado em uma dezena de concertos que marcaram o regresso aos palcos dos seus Ornatos Violeta, banda que co-fundou no já longínquo ano de ‘91, e após um conjunto de projectos como os Pluto (com Manuel Cruz), o trio de jazz DEP ou os mais recentes Zelig, 2015 marca o retorno de Peixe a um percurso a solo do qual emerge enquanto exímio instrumentista e autor.


Domingo, dia 21 de Junho, pelas 17:00, na Galeria Santa Clara, o músico portuense apresenta-se em concerto, dando a conhecer pela primeira vez ao público de Coimbra as composições de Motor. Rara oportunidade de acompanhar ao vivo um virtuoso instrumentista, cuja profusão criativa assume um papel de relevo nos últimos 20 anos da música portuguesa.

---------------------------------------------------------

Preços:
4€ / associados
5€ / reserva e porta
(entrada gratuita, com reserva, a menores de 12 anos)

Locais de venda:
Galeria Santa Clara (Rua António Augusto Gonçalves, nº 67)
Gang of Four (Rua Visconde da Luz, nº 72, 1º andar)

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 16h30 e as 16h50, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Galeria Santa Clara
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

JENNIFER CASTLE

Galeria Santa Clara [Coimbra]
domingo, 19 de Abril de 2015
17:00

A Pitchfork chamou-lhe um enigma escondido à vista de todos. Oriunda da cidade de Toronto, Jennifer Castle não terá, entre o grande público, a visibilidade de que gozam nomes como Angel Olsen, Marissa Nadler, Sharon van Etten, ou da também canadiana Neko Case; porém, tal não significa um menor reconhecimento do seu trabalho, em particular por parte da imprensa especializada e daqueles mais atentos que mergulham nas águas mais profundas da indie norte-americana.



Tendo pontualmente emprestado a sua voz a projectos como os Constantines, Fucked Up ou Doug Paisley, o seu segundo e mais recente disco, intitulado “Pink City” (2014), conta com a preciosa colaboração de Owen Pallett (Arcade Fire), que assina os arranjos do mesmo. Acomodando as vocalizações num denso manto de cordas ou apenas pontuando a sua dimensão de storyteller, a participação do músico canadiano veio sublinhar com mestria as qualidades de Castle.



Por vezes comparada a Joni Mitchell, é no encontro entre a riqueza lírica das suas composições (explorando a poesia subjacente à vivência diária) e a pureza da sua interpretação, que repousa o elemento diferenciador de Jennifer Castle.



Aproveitando a sua presença pela Europa para a apresentação de “Pink City”, a Lugar Comum tem o prazer de receber a singer-songwriter canadiana, no próximo dia 19 de Abril (Domingo), pelas 17 horas, na Galeria Santa Clara. Fica a promessa de um final de tarde diferente, revelando uma das mais interessantes vozes da indie folk actual.



Stands comparison with the best of Judee Sill and Joanna Newsom. – Uncut (8/10)

As Lou Reed famously sang, between thought and expression lies a lifetime, and that’s where Jennifer Castle’s songs live. – Pitchfork (7.9/10)


Pink City is a richly lyrical and instrumental tapestry weaving new life into traditional folk music by placing it in a Canadian backdrop which typifies her interpretation. – The 405 (8/10)

---------------------------------------------------------

Preços:
4€ / associados
5€ / reserva e porta
(entrada gratuita a menores de 12 anos)

Locais de venda:
Galeria Santa Clara (Rua António Augusto Gonçalves, nº 67)
Gang of Four (Rua Visconde da Luz, nº 72, 1º andar)

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 16h30 e as 16h50, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Galeria Santa Clara
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

NUNO PRATA

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
sábado, 24 de Janeiro de 2015
22:00


Outrora baixista dos Ornatos Violeta, Nuno Prata foi um dos primeiros elementos da banda portuense a reencontrar-se com os palcos, logo após o término da mesma. Se num momento inicial se apresentou ao público em parceria com o multi-instrumentista Nicolas Tricot, num projecto apropriadamente intitulado “Nuno Nico”, logo assumiu o seu nome próprio, pelo qual editou em 2006 o primeiro longa-duração “Todos os dias fossem estes outros”. 



Produzido por Tricot, caracterizou-se pela depuração do formato canção, na tradição das “pré-histórias” de Godinho, incorporando o repentismo rítmico do jazz e a dimensão narrativa da folk. A este trabalho seguiu-se, já em finais de 2010, “Deve Haver”, contando com a preciosa colaboração de Hélder Gonçalves e de Manuela Azevedo, os quais transportaram para o universo de Prata algum do colorido pop dos Clã. 



Dia 24 de Janeiro, o cantautor portuense apresenta-se no formato trio em Coimbra, a convite da Lugar Comum, na acolhedora sala do Centro de Artes Visuais, trazendo consigo o terceiro capítulo de um já longo percurso. Álbum homónimo, no qual Manuel Cruz colaborou, “Nuno Prata” serve de mote a mais um concerto em português, sequência de noites passadas cujo lugar comum é o da nova música nacional.

---------------------------------------------------------

Preços:
8€ (geral) / 6€ (associados Lugar Comum)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:30.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: CAV - Centro de Artes Visuais
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

PETER BRODERICK & band + SUMIE

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
10 de Outubro de 2014
sexta (22h00)

Qualquer mapa que pretenda documentar os territórios da música independente terá de forçosamente fazer constar as coordenadas de Portland. A cidade mais “verde” dos EUA não tem sido só amiga do ambiente, sendo também reconhecida pela emergência de uma vasta geração de músicos que encontraram na figura de Peter Broderick um dos seus mais destacados representantes.


Dinamizador e colaborador habitual de propostas locais como Horse Feathers, She & Him, Laura Gibson, M.Ward ou Dolorean, são igualmente incontáveis os projectos para além das fronteiras do estado do Oregon nos quais se veio a envolver ao longo dos anos mais recentes, destacando-se os dinamarqueses Efterklang e a proposta Oliveray, na qual encontrou um seu preferencial parceiro musical, Nils Frahm. 

Responsável por uma extensa discografia, que inclui música para cinema e trabalhos como produtor, é no seu longo percurso a solo que encontramos a rara e exploratória versatilidade instrumental que lhe permite viajar das teclas de um piano ao violino, passando entretanto por uma multiplicidade de outros instrumentos (suscitando a dúvida se existe algum que não consiga tocar). A este virtuosismo técnico alia ainda uma voz plena de compromisso, percorrendo composições de enorme sensibilidade melódica.



De regresso a Coimbra, por onde há alguns anos passou na companhia de Nils Frahm, Peter Broderick apresentará um novo EP, na antecâmara de “Colours of the Night”, o próximo longa duração, com edição agendada para a Primavera de 2015. Acompanhado de uma banda, fica a promessa de uma noite irrepetível e a certeza da descoberta de um dos maiores nomes da actual música independente.



Na primeira parte actua Sumie, artista de ascendência nipónica e escandinava que assina pela Bella Union, a editora de Broderick. Em concerto, apresentará material do seu primeiro trabalho, produzido por Nils Frahm, destacando-se a simplicidade e a depuração das suas composições, marcadas por um registo folk e pelas contribuições do autor germânico.


"Meticulous and compelling folk carvings." (Uncut)

"Beautiful, minimal and bewitching." (Mojo)

"Impossibly young and blessed with a clear, wondrous talent." (Drowned In Sound)

---------------------------------------------------------

Preços:
8€ (geral) / 6€ (associados LC)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:30.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC

DËNVER

OMT - Oficina Municipal do Teatro [Coimbra]
13 de Junho de 2014
sexta (22h)

Mariana Montenegro e Milton Mahan formaram em 2005, na cidade chilena de San Felipe, um projecto musical denominado Dënver, por referência à obra "On the road" de Jack Kerouac. Ligados a bandas noise locais, o seu primero EP "Solenoide" (2006) logo se distanciou desse ponto de partida, incorporando uma confluência de referências que concorreram para cristalizar a sonoridade da banda. 



Esse processo acelerou-se com a mudança para a capital Santiago, na qual passaram a colaborar com nomes como Gepe, José Gonzáléz ou Coiffeur. Seguiu-se um primeiro longa duração intitulado "Totoral" (2008), logo acompanhado pelo álbum que lhes conferiu um estatuto de culto na indie pop sul-americana, o muito elogiado "Música, Gramática, Gimnasia" (2010). Com este segundo trabalho, o duo aprofundou a síntese entre a pop, a electrónica e a folk local, sendo de destacar também o trabalho de Bernardo Quesney, realizador chileno que colaborou de perto com a banda construindo uma coerência visual em torno da mesma. 



Após a edição em Junho passado do seu terceiro trabalho "Fuera de Campo" (2013), os Dënver atravessam o Atlântico não só para o promover, mas também para nos conduzir pelo passado recente de um dos mais criativos projectos saídos da América do Sul na última década. 

Com datas no Porto (Maus Hábitos - 12.06) e Coimbra (OMT - 13.06), prometem duas noites indie pop sob o signo do Verão.

Entradas:
Dada a lotação limitada da sala, a reserva de entradas é aconselhada e pode ser efectuada através do e-mail geral@lugarcomum.pt (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação).

Preços:

[a anunciar]

Locais de venda:
Oficina Municipal do Teatro

Rua Pedro Nunes s/n, 3030-199 Coimbra

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook:
 [link]

produção Lugar Comum + co-organização OMT + apoio RUC



CALVIN JOHNSON

àCapella [Coimbra]
02 de Maio de 2014
sexta (23h15)


Como uma vez o semanário Guardian escreveu, Calvin Johnson, um pioneiro do paradigma do que pode ser e significar uma editora de discos independente, o homem de palco excêntrico, o amigo de Kurt Cobain, é um exemplo de um poderoso paradoxo: realeza indie. Como fundador e doutrinário da K Records, uma plataforma multiforme iniciada em 1982, orientada inicialmente para a comunidade local da sua cidade Olympia e indissociável de nomes como Beck, Mirah, Make-Up ou Built to Spill, assim como através das suas bandas Beat Happening e Dub Narcotic, provou que a música 'independente' ou 'alternativa', de finais de '80 em '90, não era uma lamentável afiliação de indigentes sem talento ou motivação. Tratava-se ao invés de um movimento de emancipação de estilo, e um campo social construído propício para indivíduos com personalidade carismática brilharem e seduzirem mais gente a abraçarem a proposta de descentralização criativa do punk rock.
O seu trabalho a solo afasta-se dos registos rock e funk que alguns dos seus passados projectos percorreram, oferecendo-lhe a possibilidade de explorar géneros como a folk, os blues ou mesmo o gospel. Consequência disso mesmo, as suas actuações a solo privilegiam muitas vezes o canto a capella, sendo a sua voz de barítono apenas acompanhada pontualmente pela sua guitarra, subvertendo o formato 'acústico' domesticado e previsível, optando por tocar de pé e potenciar uma atmosfera espontânea de partilha entre público e performer num tipo de concerto avesso à contemplação passiva do artista.
É neste formato minimal e primitivista que se apresentará em Coimbra, a 2 de Maio, numa noite de partilha da dimensão extraordinária que a interpretação de canções ao vivo pode - e deve - tomar. 

"He's a beacon of the unpindownable punk spirit. He's seminal. (...) Johnson's an institution, like marriage and Astroglide." - Pitchfork

"Many artists tend to sacrifice creativity in their quest for perfection. Fortunately, Johnson never has." - PopMatters

"(...) a man who’s nigh-on defined DIY label craft." - Drowned In Sound



Entradas:
Dada a lotação limitada da sala, a reserva de entradas é aconselhada e pode ser efectuada através do e-mail geral@lugarcomum.pt (mediante envio de indicação do nome completo + nº BI para posterior confirmação).

Preços:

€ 5,00 - associados LC
€ 6,00 - com reserva
€ 7,00 - venda na data do concerto

Locais de venda:
àCapella (Rua do Corpo de Deus, Largo da Vitória), na noite do concerto, após as 21:15.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 23h00 e as 23h15, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook:
 [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração àCapella + apoio RUC


CÍCERO

CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
13 de Dezembro de 2013
sexta (22h00)


Corria o ano de 2011 quando Cícero deu a conhecer as dez “Canções de Apartamento” que mobilavam o seu primeiro álbum. Disponibilizado de forma independente e gratuita, através do seu site oficial, bastaram apenas três semanas para que atingisse a marca de 10.000 downloads. À medida que as suas músicas eram partilhadas, multiplicaram-se os elogios da crítica e cresceu uma militância em torno de um registo intimista e depurado, pontuado por uma escrita devedora dos pequenos recortes do dia-a-dia. De acordo com o seu autor, “Canções de Apartamento” não pretendeu ser um manifesto de solidão, mas tão só um desabafo sincero e pessoal. Tão pessoal que o próprio Cícero, na capa do álbum, escolheu desde logo denunciar as suas referências, desde Beatles a Caetano Veloso, passando por Thom Yorke, Chico Buarque, Los Hermanos e tantos outros nomes. 



Dois anos volvidos, surge um segundo trabalho intitulado “Sábado”. Improvável para quem esperava uma mera repetição de fórmulas, prova ser um passo em frente, percorrendo um território minimalista e por vezes experimental. Cícero escolhe não fazer cedências ao mediatismo, ao invés conduzindo-nos por um conjunto de composições que, rejeitando estruturas tradicionais, levam tempo a fazer o seu caminho. E também por isso fazem prova da sua maturidade. 



Pela primeira vez em Portugal, Cícero apresenta-se em Coimbra, num concerto que certamente demonstrará o porquê de estarmos diante de um dos mais reconhecidos autores da actual música brasileira. Por uma noite, o Centro de Artes Visuais será o seu apartamento e nós seremos os seus convidados. 



"Poucos artistas nacionais surgidos recentemente conseguiram acumular tamanho fascínio do público em tão pouco tempo quanto o carioca Cícero." - Miojo Indie

"O novo disco faz parte de um diálogo da vida urbana com questões pessoais. Para fugir dos fantasmas do segundo disco, Cícero partiu do mesmo lugar, dessa vez porém chegou mais longe." - Jornal O Globo

"São menos de 30 minutos embalados por uma MPB moderna com leves traços de indie rock e tímidas guitarras sujas, gravados em diversas casas por onde o músico passou nos últimos meses." - Rolling Stone 

Preços:
10€ (geral) / 8€ (associados LC)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:15.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h15 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC

SILVA

Teatro Académico de Gil Vicente [Coimbra]
21 de Novembro de 2013
quinta-feira (21h30)



Por ocasião da apresentação da Grelha de Inverno 2013/14, a Rádio Universidade de Coimbra e a Lugar Comum trazem até Coimbra, no próximo dia 21 de Novembro de 2013, o brasileiro SILVA.

Decorria o ano de 2010 quando no MySpace surgiu “A Visita”, primeira incursão pelos territórios da MPB de um até aí anónimo Lúcio Souza. Cuidadosamente pontuada por violinos e pela destreza lírica do seu autor, a composição parecia indiciar uma abordagem tradicional da música brasileira, ancorada ao universo buarquiano.




Vencedor do Prémio Multishow e escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como o melhor músico de 2012, SILVA é hoje um nome aclamado junto do público e da imprensa brasileira. Figura relevante de uma nova geração de músicos (Cícero, Bárbara Eugênia, Clarice Falcão) cujo dinamismo e criatividade extravasam o perímetro de fórmulas clássicas como a bossanova ou a MPB.




Porém, o que se lhe seguiu veio dissipar esta ideia, designadamente a edição em 2011 de um EP com a assinatura SILVA. A esta alteração veio a corresponder a adopção de uma nova sonoridade, incorporando agora elementos electrónicos, num registo predominantemente minimalista, que veio retirar à sua escrita a dimensão narrativa. SILVA passou a ser um projecto de pop independente, cujas referências são maioritariamente internacionais e não apenas brasileiras. Prova disso mesmo, o álbum “Claridão”, editado em 2012, encontra-se enredado numa pop leve e etérea, edificada sobre samples e sintetizadores, sugerindo a proximidade de nomes como James Blake ou Youth Lagoon.

Em Portugal pela primeira vez, SILVA actua no próximo dia 21 de Novembro, em Coimbra, no Teatro Académico Gil Vicente, por ocasião da apresentação da Grelha 2013/2014, da Rádio Universidade de Coimbra.




Preços:
Bilhete normal :: € 10,00
Bilhete desconto :: 
€ 8,00 :: < 25, Estudante, > 65, Grupo +10, Desempregado, Parcerias , Sócio RUC, Associado Lugar Comum

Locais de venda:
Teatro Académico de Gil Vicente (Praça da República, Coimbra)

Evento de Facebook: [link]

organização/produção:
Lugar Comum + Rádio Universidade de Coimbra

SAMUEL ÚRIA


CAV - Centro de Artes Visuais [Coimbra]
4 de Outubro de 2013
sexta (22h00)


"Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole." 

Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos em que apenas se acompanhava pela guitarra acústica, se nos deu a conhecer. Singular na língua materna, nas melodias e na relação com o público, aos poucos se gerou o culto e assomou a expectativa, consagrando Samuel Úria como um dos mais interessantes cantautores do século XXI português.


Recentemente publicou “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, uma verdadeira “caixa de jóias” em que o talento de Samuel Úria convive com um conjunto de participações de nomes aparentemente tão distantes como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Miguel Araújo, entre outros, que a música e as palavras aproximaram.

Outubro marca o regresso do autor a Coimbra, emprestando a sua voz e composições a um momento particularmente especial: o 5º aniversário da Lugar Comum. No CAV - Centro de Artes Visuais, a sua carismática presença em palco e a forma como envolve o público numa relação de proximidade e comunhão, encerram a promessa de mais uma noite plena de cumplicidade.


Preços:
7€ / 5€ (Associados Lugar Comum)

Locais de venda:
CAV - Centro de Artes Visuais (Pátio da Inquisição), na noite do concerto, após as 21:30.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
Pedidos: mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação.
Levantamentos: entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração CAV + apoio RUC

5 ANOS

Foram 5 anos cheios de vontade, de orgulho, de sonho, de alegrias, de esforço, de dificuldades, de música... partilhada com quem interessa, com os amigos, com a nossa cidade, com quem, como nós, queria ver chegar a Coimbra concertos diferentes, que valessem a pena, que fossem de qualidade independentemente do quão badalados são os nomes...

Olhar para trás e pensar que fizemos com que se estreassem em Portugal (em Coimbra, pois!) Jens Lekman, Laetitia Sadier, Peter Broderick, Eleanor Friedberger, Euros Childs, The Dodos, Albin de la Simone, Handsome Furs, The Ruby Suns, Laura Gibson o merecido destaque a, na altura, quase-desconhecidos como Darren Hanlon, Small Sur, Erica Buettner, Foxes in Fiction, Happy Trendy, Jesca Hoop, Pajaro Sunrise, Heather Woods Broderick, Butcher The Bar, Super Bravo, Pikelet, Domingo, Nils Frahm, que apoiámos bons valores da música portuguesa como Márcia, Noiserv, Diamond Gloss, Minta & The Brook Trout, Tiago Sousa, que não descansámos enquanto não trouxemos Simone White, Benoît Pioulard, Nancy Elizabeth, Emily Jane White, Taxi Taxi, Dana Falconberry, Matt Bauer, Colleen, Pegasvs, Julianna Barwick, Stranded Horse, Rauelsson, Gareth Dickson, Nacho Umbert, Sonny & The Sunsets...

Valeu a pena abdicar de tanto tempo e de bom descanso? Valeram a pena os riscos e as frustrações?... Claro! A todos os membros da Associação, às amizades que a compõem, às instituições parceiras e aos músicos que aceitaram os convites, só podemos agradecer do fundo do nosso coração. Apesar das distâncias, estamos sempre, todos, num Lugar Comum.

RAUELSSON


Salão Brazil [Coimbra]
21 de Junho de 2013
sexta (22h30)


:: :: RAUELSSON :: ::

Portland é uma daquelas cidades, tal como Glasgow ou Baltimore, que a determinada altura se fez notar no mapa dos territórios indie pela profusão de projectos e parcerias que ali emergiram. À figura dominante de Elliott Smith, sucederam, entre outros, autores como Peter Broderick, Laura Veirs, Alela Diane, Laura Gibson e Grouper, ou projectos como The Decemberists, Loch Lomond, Horse Feathers e Menomena.

Este ambiente de um enorme dinamismo artístico e proliferação de editoras identificadas com a música independente contribuiu decisivamente para trazer até Portland autores de outras paragens. Foi o que aconteceu com Raul Pastor Medall, autor espanhol que encontrou na Hush Records de Broderick a sua casa. Após a edição em 2010 do aclamado “La siembra, la espera y la cosecha”, registo produzido por Adam Selzer (M. Ward, Mirah, Laura Gibson), que propunha uma síntese entre as influências Mediterrânicas e a subtileza dos arranjos que encontramos nos álbuns de Broderick, seguiu – se uma colaboração com este último intitulada “Replica” (2011), composta por duas longas peças, plenas de vocalizações etéreas e secções de cordas. 


O presente mês de Junho marca o lançamento do seu novo trabalho, intitulado “Vora”, editado desta vez pela reconhecida etiqueta berlinense Sonic Pieces (Nils Frahm), o qual integrará um conjunto de registos ao piano, intersectados por texturas electrónicas. Dia 21 de Junho, no Salão Brazil, em Coimbra, Rauelsson não só apresentará este trabalho como também revisitará o seu já extenso percurso. Seguir – se – à, no dia 22 de Junho, um segundo concerto em Gaia, no espaço La Marmita. Razões aliciantes para assistir aos primeiros concertos deste autor em Portugal.

Preços:
5,00€

Locais de venda:
Salão Brazil, na noite do concerto, após as 21:30.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
Pedidos: mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação.
Levantamentos: entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização/produção Lugar Comum + colaboração Salão Brazil + apoio RUC

COLLEEN


Salão Brazil [Coimbra]
24 de Maio de 2013
sexta (22h00)


:: :: COLLEEN :: ::

Após uma ausência de cinco anos, desde a edição do seu último trabalho Les Ondes Silencieuses, a compositora Cécile Schott, mais conhecida por Colleen, regressa com um novo trabalho intitulado The Weighing of the Heart. O muito aguardado retorno da violoncelista francesa, hoje residente em Espanha, promete alcançar um impacto em tudo semelhante ao clássico The Golden Morning Breaks (2005), segundo álbum de originais que recolheu uma unânime aclamação da imprensa especializada, tendo o site Pitchfork apontado Colleen como um nome ímpar e incomparável a quaisquer outras referências contemporâneas. 
À medida que o seu percurso foi evoluindo, procurou cuidadosamente afastar-se da dependência da utilização de laptops e samples que percorriam o seu primeiro trabalho Everyone Alive Wants Answers, ao invés preferindo incorporar um vasto conjunto de instrumentos clássicos, como a harpa, o glockenspiel ou o cravo, elementos esses que ancoraram as suas composições a um passado distante, imprimindo-lhes uma marca distintiva. 
Cinco anos volvidos, um novo elemento integra a equação sonora de Colleen: a sua voz. Também por esse motivo a expectativa e antecipação que se forma em torno de The Weighing of the Heart é enorme. Cécile Schott já veio declarar que não pretende ser singer songwriter, permitindo-se incorporar vocalizações desde que as mesmas não descaracterizem a dimensão instrumental da sua música. 


É esta a proposta que Colleen trará ao palco do Salão Brazil, ocasião para reencontrarmos um nome maior da última década e escutarmos uma das primeiras apresentações ao vivo do seu mais recente trabalho.


Preços:
a divulgar brevemente



Locais de venda:

No local, a partir das 21h15 do dia do concerto.



Reservas:

geral@lugarcomum.pt
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos



As reservas deverão ser levantadas entre as 21h15 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.




Evento de Facebook: [link]

organização e produção Lugar Comum + colaboração Salão Brazil + apoio RUC

NACHO UMBERT


Casa das Artes da F.B.B. [Coimbra]
27 de Abril de 2013
sábado (22h00)


:: :: NACHO UMBERT :: ::

O periódico El País referiu-se às suas canções como o registo de "pequenos momentos das nossas vidas, todas e nenhuma delas inventada". Vinhetas de uma Espanha contemporânea, marcada pela crise e pelo desemprego, que oferece ao autor catalão terreno fértil para incorporar nas suas composições os anseios e frustrações da sua geração.
Contudo, Nacho Umbert procura fazê-lo de uma forma subtil, revelando das personagens que habitam cada canção os seus pensamentos mais íntimos, fragilidades e temores, por vezes comungando ou troçando dos mesmos, mas tão só propondo que nos aproximemos dessas outras vidas.
14 anos afastado das lides musicais, o outrora vocalista dos Paperhouse (banda de culto da indie espanhola nas décadas de 80/90) diz ter sentido a necessidade de voltar após ter escutado um álbum dos Lambchop. A sua afinidade com a folk norte-americana, denuncia-la desde logo na dedicatória de "Ay", o seu primeiro trabalho, onde se pode ler: "A mis amigos los cowboys tristes.", Bonnie Prince Billy, Leonard Cohen ou Sufjan Stevens, entre outros.
Pela primeira vez em Portugal, aceitando o convite da Lugar Comum, Nacho Umbert assinará um concerto em acústico na Casa das Artes, em Coimbra, no próximo dia 27 de Abril. Uma noite de histórias, ao longo da qual certamente nos sentiremos um pouco mais próximos de quem connosco partilha um mesmo endereço peninsular.

Preços:
Associados Lugar Comum :: gratuito!
Entrada geral :: € 5,00

Locais de venda:
No local, a partir das 21h30 do dia do concerto.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos

As reservas deverão ser levantadas entre as 21h30 e as 21h45, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização e produção Lugar Comum + colaboração Casa das Artes da FBB + apoio RUC


TIAGO SOUSA



Casa-Museu Bissaya Barreto [Coimbra]
15 de Março de 2013
Sexta-feira (22h00)


:: :: TIAGO SOUSA :: ::

Fundador da netlabel Merzbau, ao longo dos últimos anos o compositor e pianista Tiago Sousa tem sido um dos mais prolíficos e dinâmicos autores nacionais.



Tendo no piano o eixo e denominador comum a todo o seu percurso, conduziu alguns dos seus trabalhos pelo universo literário, como é o caso de The Western Lands (2008), segundo o romance de William S. Burroughs, ou Walden Pond’s Monk (2011), inspirado na obra de Henry David Thoreau. Este último conjunto de composições mereceu distribuição internacional pela reconhecida editora Thrill Jockey (David Byrne, Fiery Furnaces, High Places), tendo sido associado pela crítica a referências como Erik Satie ou Debussy. Foi neste mesmo período que formou ainda o trio Pão, na companhia dos músicos Travassos e Pedro Sousa, projecto esse que deu forma a uma intensa agenda de concertos e na posterior edição de um álbum. 



Após comissão no Teatro Maria Matos, em Lisboa, no âmbito da qual contribuiu para o projecto Coro das Vontades, Tiago Sousa editou Samsara, álbum influenciado pelo pensamento oriental. É este o trabalho que apresentará no mês de Março na Casa – Museu Bissaya Barreto, em Coimbra, num registo intimista que decerto demonstrará estarmos perante um dos mais interessantes músicos nacionais da actualidade.



Preços:
Entrada geral :: 5,00€
Associados :: 4,00€


Locais de venda
:
Casa-Museu Bissaya Barreto, na noite do concerto, após as 21:15. Os bilhetes reservados deverão ser confirmados e levantados no dia do concerto, na Casa-Museu Bissaya Barreto, entre as 21h30 e as 22h00.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
(mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação e 
referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos)

As reservas deverão ser levantadas no local entre as 21:45 e as 22:00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização e produção Lugar Comum + colaboração Fundação Bissaya Barreto + apoio RUC

Minta & The Brook Trout



Salão Brazil [Coimbra]
7 de Dezembro de 2012
Sexta-feira (22h30)


:: :: MINTA & THE BROOK TROUT :: ::


Transposta a barreira das três dezenas de concertos, a Lugar Comum regressa à sala onde o seu percurso se iniciou. Será num renovado Salão Brazil que receberemos a visita do quarteto Minta & The Brook Trout, projecto de Francisca Cortesão, que acaba de editar pela Optimus Discos o seu segundo longa-duração intitulado “Olympia”.
Percorrendo os trilhos da indie folk e do alt-country, nomes como Sufjan Stevens, Laura Veirs ou Aimee Mann não são certamente indiferentes à construção do imaginário de Minta. A componente de storytelling, assim como a fragilidade e melancolia confessional que habitam uma grande parte das suas composições, lançam pistas sobre a ascendência criativa do projecto. Desde 2008, altura em que editou o seu primeiro EP, que o seu trabalho tem passado por um natural e progressivo apuramento, sendo hoje consensual estarmos diante de uma das mais credíveis propostas da música nacional.
Produzido por Francisca Cortesão e Mariana Ricardo (também ela integrante do projecto), “Olympia” teve a sua masterização a cargo de Roger Siebel, que no passado trabalhou, entre outros, com Elliott Smith e Bill Callahan. No próximo dia 07 de Dezembro será apresentado no Salão Brazil, pelas 22h30, ao público de Coimbra. Após o sucesso das passagens de Noiserv e Márcia por Coimbra, esta será a terceira incursão da Lugar Comum pela nova música portuguesa.

Preços:

Entrada geral :: € 5,00

Locais de venda:
Salão Brazil, na noite do concerto, após as 21:15.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas no local entre as 21:45 e as 22:00, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização e produção Lugar Comum + colaboração Salão Brazil + apoio RUC

PEGASVS


Aqui Base Tango [Coimbra]
18 de Outubro de 2012
Quinta-feira (23h00)


:: :: PEGASVS :: ::


Dupla formada por Sergio Pérez e Luciana della Villa, os Pegasvs são hoje uma das mais interessantes propostas da indie espanhola. A edição do seu primeiro álbum homónimo, no passado mês de Fevereiro, culminou uma curta e meteórica ascensão, iniciada a partir da plataforma Soundcloud. Naquela, ao longo de algumas semanas, o projecto catalão antecipou três faixas, que de imediato geraram uma onda de expectativa junto do público e da imprensa.

Passando a integrar as fileiras da editora / produtora CANADA (responsável pelo vídeo "Bombay" de El Guincho), Sergio e Luciana encontraram na label catalã a dimensão visual correspondente ao kraut pop que percorre o seu primeiro álbum. Uma primeira proposta compacta, mecânica e luminosa, que aponta para a electro pop de Gary Numan, as linhas de sintetizadores dos Stereolab ou a componente etérea dos Broadcast.

Após um Verão de concertos, que os levou ao palco do Festival Primavera, em Barcelona, os Pegasvs actuarão pela primeira vez em Portugal, nas cidades de Coimbra (Aqui Base Tango) e Porto (Passos Manuel). Duas noites pontuadas pela pop e pela electrónica. 
Preços:
Associados Lugar Comum :: € 4,00
Entrada geral :: € 5,00 

Locais de venda:
No local, a partir das 22h00 do dia do concerto.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas até 15m antes do início do espectáculo, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]

organização e produção Lugar Comum + colaboração Aqui Base Tango + apoio RUC


Sonny & The Sunsets

Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto
[Coimbra]
25 de Setembro de 2012
Terça-feira (21h45)


:: :: SONNY & THE SUNSETS :: ::


Imerso na profusão criativa do seu fundador, o colectivo Sonny & The Sunsets tem vindo a conhecer, a cada álbum, uma formação diferente. Referências como Tim Cohen ou Kelley Stoltz, com percursos sólidos e autónomos na indie folk norte - americana, integraram o projecto de Sonny Smith, atraídos certamente pela possibilidade em colaborar com um músico que, desde 2002, cruzou inúmeros caminhos, incluindo os de Jolie Holland, Neko Case, Miranda July, Mark Eitzel, entre outros.


Apesar de a folk ter estado sempre presente no seu ambiente familiar, Sonny Smith apenas mais tarde veio a incorporá – la nas suas composições. Em resultado, a sonoridade do colectivo norte - americano contempla hoje múltiplas influências, ancorada na pop vintage dos Beach Boys e dos Kinks, passando pelo legado de Johnny Cash e de Bob Dylan, ou o garage rock da década de 60.


“Longtime companion” é o título do terceiro e mais recente álbum dos Sonny & The Sunsets, editado pela Polyvynil no passado mês de Junho. No próximo dia 25 de Setembro, a Lugar Comum recebe na Casa das Artes o colectivo oriundo de San Francisco, para um concerto que promete fazer jus ao epíteto com que a imprensa norte – americana cataloga a banda: garage pop. 
Imediatamente antes do concerto, será inaugurada uma exposição intitulada "Quatro anos de cartazes Comuns", subordinada à componente gráfica da Lugar Comum, através da apresentação dos vários cartazes que compõem o histórico de concertos da associação.



Preços:
Associados Lugar Comum :: € 4,00
Entrada geral :: € 5,00 

Locais de venda:
No local, a partir das 21h00 do dia do concerto.

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
 
mediante envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação
+ referência à quantidade e tipo de bilhetes pretendidos
As reservas deverão ser levantadas até 15m antes do início do espectáculo, sob pena de perderem efeito.

Evento de Facebook: [link]


organização e produção Lugar Comum + colaboração Casa das Artes da FBB + apoio RUC + apoio MAFIA