PRIMAVERA COMUM

Galeria Santa Clara [Coimbra]


Kristin McClement (ZAF/GBR)
sábado, 30 de Abril de 2016 - 22:00

iL Tempo Gigante (DNK)
sábado, 20 de Maio de 2016 - 22:00

Florentino (ARG)
Andreia Dias (BRA)
Bárbara Eugênia (BRA)
domingo, 5 de Junho de 2016 - 17:00 


Kristin McClement (ZAF/GBR)
sábado, 30 de Abril de 2016 - 22:00

Nascida na África do Sul, Kristin McClement cresceu junto ao mar, na cidade inglesa de Brighton, tendo estudado guitarra logo no início da sua adolescência e se rendido aos tons pastorais da folk britânica. Após um número de apresentações, foi convidada a integrar o Willkommen Collective, comunidade de músicos e editora local, que ao longo dos tempos se tornou uma referência no domínio da brit folk.

Influenciada por nomes maiores desta corrente musical, como Nick Drake, Bert Jansch ou Vashti Bunyan, Kristin não se deixou enredar na mera revisitação da sua obra, fazendo evoluir o género pelo trilho da modernidade, convocando referências actuais e díspares como PJ Harvey ou os Portishead, e pontuando a base acústica com elementos electrónicos e de percussão.

Pela primeira vez em Portugal, Kristin McClement apresenta-se em concerto nas cidades do Porto e Coimbra, trazendo até à Galeria Santa Clara o testemunho musical de que o legado da brit folk não é indiferente à nova geração de músicos britânicos.

“Wowed by the end of her stripped down, beautifully finger picked songs that allowed her increasingly dark and melancholic vocals to impress.” – Drowned In Sound

“She has a particularly soulful voice; very low and sensual, it washes over you and insinuates itself into your brain without you even realising.” – The 405

“Listening to McClement’s voice is like becoming hooked on a drug as it takes over the senses, changing your feelings and perceptions. It’s intoxicating.” – For Folks Sake


---

iL Tempo Gigante (DNK)
sábado, 20 de Maio de 2016 - 22:00

Rolf Hansen é um músico multi-instrumentista dinamarquês que transporta o formato homem-banda para uma dimensão à parte, não numa perspectiva vanguardista, mas antes pela intrincada porém delicada musicalidade que vai construindo. À sua escrita contemplativa adiciona o uso de diversos instrumentos que domina, desde a guitarra, que também utiliza como percussão, passando pelo pedal steel, até ao trompete e, claro, à voz.

Sob o nome Il Tempo Gigante ganhou a reputação de colocar em prática uma impressionante performance ao vivo. Distanciando-se das estruturas convencionais de canção, o álbum “Watch it Watch” é detalhadamente composto e executado, num resultado quase hipnótico que, apesar da sua complexidade, se baseia numa abordagem espontânea e instintiva.

Assim vai-se tecendo uma teia sonora que, consubstanciada em harmonia e beleza de forma cuidadosa mas firme, conquista a sensibilidade de quem ouve o seu trabalho em disco e o vê em palco.

Pela primeira vez em Portugal, numa tour de 5 concertos que o levará também a Porto, Lisboa, Fafe e Faro, Il Tempo Gigante apresentará a sua música em Coimbra, na Galeria Santa Clara, espaço que, pela mão da Lugar Comum, já recebeu no passado Jennifer Castle e Peixe.

“Clever and engrossing (...), intricately handcrafted and understated in its approach.”– Nordic Music Review

“Amazing guitar and melancholic vocal together with loops, creating whole landscapes of sound, brought into being warm and intimate atmosphere with almost sacral touch.” – Good Because Danish

“The probability that you didn’t hear from Il Tempo Gigante so far might be pretty high, but even higher is the probability that you hear from him more often from now on. Why? Simply because of the fact that Watch It Watch is a masterpiece of singer songwriter music.” – Nothing But Hope And Passion 


---

Florentino (ARG)
Andreia Dias (BRA)
Bárbara Eugênia (BRA)
domingo, 5 de Junho de 2016 - 17:00 
Em Junho, a Lugar Comum apresenta uma matinée composta de três concertos acústicos, dedicada à actual música independente sul-americana. Da cidade de São Paulo chegam Bárbara Eugênia e Andreia Dias.

A primeira dará a conhecer o seu mais recente e aclamado trabalho “Frou Frou”, após no passado ter colaborado com figuras maiores como Tom Zé ou Edgar Scandurra. Já Andreia Dias percorrerá o legado da MPB e o fundo sambista da música brasileira, convocando nomes como Noel Rosa ou Nelson Gonçalves, em mais uma etapa de um proveitoso percurso ao longo do qual já colaborou com Seu Jorge e explorou os mais variados géneros.

A terceira actuação estará a cargo do cantautor argentino Florentino, que partindo da tradicional canción das pampas, espreita a bossanova e a folk através do suave dedilhar das cordas, convocando nomes como Caetano Veloso, Harry Nilsson ou Ray Davies.

Florentino - “Com ironia, Florentino canta sobre o dia-a-dia, do instante à aranha dentro do violão, às vezes fazendo uma reflexão maior por trás de algo cotidiano.” – Noize

Andreia Dias - “Doce e colorido à sua maneira, (...) sem dúvida alguma o passeio mais delicioso e seguro pela atual fase da música brasileira.” – Miojo Indie

Bárbara Eugênia - “Com rosto delicado e jeito de menina, suas confissões são embaladas por rock de todos os tipos: Beatles, iê-iê, tropicália, rock francês, italiano.” – Folha de São Paulo 


---------------------------------------------------------

Preços:
4€ / associados
5€ / reserva e porta
13€ / passe geral
(entrada gratuita, com reserva, a menores de 12 anos)

Locais de venda:
Galeria Santa Clara (Rua António Augusto Gonçalves, nº 67)

Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Até 15m antes da hora do espectáculo, sob pena de perderem efeito.


Eventos de Facebook:
[Kristin McClement]
[il Tempo Gigante]
[Florentino + Andreia Dias + Bárbara Eugênia]

organização / produção: Lugar Comum
colaboração: Galeria Santa Clara
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / Rádio Universidade de Coimbra

QUENTIN SIRJACQ

Salão Brazil [Coimbra]
sábado, 18 de Março de 2016
22:00

O piano é extensão natural, todo corpo e protagonista na música de Quentin Sirjacq. Parisiense, estudou os clássicos mas deles vingaram, para inspiração, os mais próximos de um certo modernismo e inventividade como Ravel ou Satie. O Jazz é outra das suas paixões, e para materializar criativamente a harmonia dos géneros de que gostava, investiu fortemente numa dimensão académica que pudesse garantir-lhe destreza no improviso e harmonia e génio composicionais. Para tal, fixou-se durante uns anos em Haia, no Royal Conservatory da cidade holandesa e no Mills College, em Oakland, California.

As geografias e o seu talento promoveram encontros musicais de nota, com gigantes da música experimental e avant-garde como Fred Frith, Joëlle Léandre ou William Winant. Versátil, Sirjacq, que nunca dispensa a melodia, viaja por diferentes meridianos sonoros, arrumando as notas de uma forma elegante e sempre sofisticada.

A sua obra discográfica tem sido marcada pela parceria estreita e profícua com Chris Hooson (Dakota Suite), acrescentando à melancolia pop do inglês arranjos de cordas e liquidez neo-clássica. São quatro os discos que editaram mas importam também os registos a solo de Sirjacq, onde, claramente, impera a criatividade que despeja harmonia entre o minimalismo, uma certa erudição, a electrónica e o jazz. Estreou-se com “La Chambre Claire” (2010), tendo editado em 2013 “Piano Memories ” e “Bright Days Ahead”. Este ano está de volta com “Far Islands And Near Places”, um disco que, para além do piano, conta com a inclusão de instrumentos como a marimba ou o vibrafone, temperando os temas com percussão subtil e precisa.


Pela primeira vez a solo em Portugal, Quentin Sirjacq apresentará " Far Islands And Near Places" no Salão Brazil, espaço que, pela mão da Lugar Comum, já recebeu, ao piano, músicos como Rauelsson ou Daniel Knox.

-------------------------------------------------

"Sirjacq´s compositions are as deceptively complex as the short stories of Guy de Maupassant, afternoon strolls under parasols on the boulevards of Paris in the 1870s, quietly vivid narratives which, like “Mais les ténèbres sont elles-mêmes” – but they themselves are blackness – speak of and to the quaking heart and soul. Listing Philip Glass among his many sources of inspiration, “Jaillisant de mon Oeil” is a bald tribute to the former´s much-admired “Solo Piano” pieces."
Avant Music News

"Sirjacq's pieces are intimate expressions that are both powerfully emotional and elegant in formal design. His delicate touch is on full display in every one of the recording's settings, and the music is often nostalgic in mood and heartfelt in tone—even if, in text by the composer accompanying the release, Sirjacq states that his «music is neither nostalgic nor romantic but ‘reminiscent.»”
Textura

"Fittingly, the pieces forgo a competition of surprises, a proverbial game of chess that would have each player trying to push and trap the other, opting instead for a well-constructed whole that possesses an exhilaratingly hardy, composed chamber feel."
The Squid's Ear

-------------------------------------------------

Preços:
6€ / associados / compra antecipada
7€ / porta

Locais de venda:
Salão Brazil (Largo do Poço)
Gang Of Four (Rua Visconde da Luz, 72 - 1º Andar)
Mau Feitio (Forum Coimbra, Loja 1.30)
Mercearia de Arte (Pátio da Inquisição, 23)


Reservas:
geral@lugarcomum.pt
(com envio de nº BI ou telemóvel para posterior confirmação)

Levantamentos:
Entre as 21h30 e as 22h00, sob pena de perderem efeito.


Evento de Facebook: [link]

organização / produção: Lugar Comum / Pinuts
colaboração: Salão Brazil
apoios: Câmara Municipal de Coimbra / JACC / Rádio Universidade de Coimbra / Antena 2